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| Coluna Arbitragem: O respeito, início do caminho - Valter Ferreira Mariano |
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O bom árbitro é o que consegue apitar com o espírito do jogo. No momento que arbitragem for descoberta como o único caminho para construção de campeonatos cada vez melhor, sem manchas e sem “tapetões”, sem a pulga atrás da orelha com este ou aquele árbitro (regra 05), onde deixará de ser o epicentro de debates nos programas esportivos, onde é tratado como vilão - apito amigo - emergindo como o condutor de um excelente espetáculo de futebol. É o momento da profissionalização. Temos na lembrança a atuação de um árbitro, quer por sua atuação impecável ou por um erro – humano - que alterou o curso do campeonato. O árbitro Jack Taylor (Inglaterra) marcou uma penalidade máxima (regra 14) no primeiro minuto da decisão da Copa do Mundo (Alemanha) de 1974 contra os “donos da casa”. Virou uma legenda. Foi “embalsamado” em vida e está até hoje em exposição na sede da FIFA, como exemplo de coragem e auto-confiança. Outros cometeram erros e são lembrados como “gatunos”, agora se todos estes, tivesse a oportunidade de analisar o erro através de vários ângulos e auxiliados pelo famoso tira-tema, tendo a possibilidade de refazer suas decisões, certamente muita gente na imprensa esportiva estaria desempregado. O fato é que a arbitragem se dá no encontro do árbitro com o jogador (regra 03), quando o primeiro é conhecedor da Carta Magna e do espirito do jogo, consegue conciliar duas atividades a nível de trabalho para sustentar sua família, ciente da importância da sua nobre função dentro de uma partida de futebol. O segundo, desconhecedor das regras do jogo que prática, se diz experiente, quando exigido, “amarela”, detentor de salários não condizente com a realidade do Brasil, não respeita a decisões, dificultando a atuação do árbitro. A nobre função de arbitrar uma partida de futebol, passa pelo espaço do diálogo, de reflexão, do respeito, do entender que o árbitro não é o inimigo, nem o jogador é inimigo do árbitro, isso acima de tudo e crescimento de atitude. Necessário e urgente que a sociedade futebolística buscar a valorização do árbitro, junto com seus assistentes, são peças importante de algo que a mesma considera importante: o jogo de futebol. Esta valorização ocorrerá unicamente atraves do respeito mútuo. Show de abraçosAo amigo Serginho, coordenador da Copa Kaizer no campo do Riachuelo em São Paulo, aos árbitros Francisco Carlos Rufino, Edson Correa Primo, Luis Fernando da Silva, Marcelo Saltori, Luis Fernando Marques, Fabiane Aparecida Martins, Graciana Fernandes Paganini, Robson Neves Paganini, Edi Francisco da Silva, Alexandre Freitas Ferreira, aos observadores Tadeu da Baby, Sr. Jair Rosa, todos da Associação Campineira de Árbitros Futebol, ao recém casal Rafael e Francielle, que trocaram alianças neste último sábado e a todos que nos ajuda a fazer deste site um show de sucesso na Web. Para finalizar, deixo um show de abraços especial a minha amada esposa Rita de Cássia. Até a próxima... (*) Valter Ferreira Mariano, residente na cidade de Campinas/SP é árbitro assistente da Federação Paulista de Futebol. Formado pela Escola de Arbitragem jornalista Flávio Iazzetti da Federação Paulista de Futebol em 1996/1997 e pela Escola Arbitragem Marco Antônio Ribeiro, entidade ligada a Associação Campineira dos Árbitros de Futebol – ACAF, em 1996. Colunista de arbitragem, onde escreve sobre a dinâmica de arbitrar uma partida, seus conceitos e ética, suas leis e principalmente do espírito deste esporte chamado futebol. Email: colunadearbitragem@gmail.com
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