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Usina de reciclagem é instalada no Aterro Sanitário

Usina foi instalada nesta sexta-feira - Foto: Andrezza MariotA prefeita Teresa Surita participou, na última sexta-feira, 6, da cerimônia de instalação da Usina de Reciclagem e Renda de Roraima, localizada no Aterro Sanitário de Boa Vista. O equipamento vai ajudar na organização e estruturação dos catadores de materiais recicláveis, que compõem a cooperativa Unirenda.

 

Para a prefeita, a partir de agora, os catadores de resíduos sólidos terão material de qualidade e poderão negociá-lo a um preço melhor. “Com esse novo equipamento, a usina vai reciclar plásticos rígidos como garrafão de água, garrafas PET e similares. Os catadores terão uma condição melhor para se organizar, serem donos do próprio negócio e crescerem como cooperativa, melhorando ainda a condição de vida e renda das famílias”, destacou a prefeita.

Há 12 anos trabalhando como catador, o presidente da Cooperativa Unirenda, Rogério Pereira da Silva, 52 anos, vê uma evolução positiva e lucrativa para as famílias que vivem do lixo. “Esse novo equipamento vai facilitar muito o trabalho dos catadores. Agora vamos poder ganhar mais com o material saindo lavado, seco e triturado para comercialização em Manaus”, disse contente.

O cônsul-geral do Japão, Kazuo Yamazaki, também participou da instalação da máquina. Ele falou do importante passo que Boa Vista dá em iniciar o processo de reciclagem. “Eu acredito que a doação desse equipamento vá contribuir para a preservação do meio ambiente de Roraima. O estado está no caminho certo para se desenvolver nessa área, trabalhando na redução dos impactos ambientais, por meio da reciclagem”, acrescentou.

A Prefeitura de Boa Vista fez a reforma das instalações do galpão, com melhorias da rede elétrica, hidráulica, do setor administrativo e no refeitório. A Prefeitura ainda faz um trabalho permanente de sensibilização com os catadores de resíduos sólidos. As equipes da Secretaria de Gestão Social identificaram 225 pessoas, que já estão sendo atendidas por programas sociais, como o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, e o Pronatec.

A Unirenda vende os plásticos prensados e sujos por R$ 0,60 o quilo para que em Manaus eles sejam lavados, separados e triturados. Com o novo equipamento, será possível lavar e triturar até 200 quilos por hora de plásticos, separados por cor. A cooperativa poderá comercializar diretamente com os fornecedores no Amazonas a R$ 2,20 o quilo.

Máquina 

O equipamento foi adquirido pela Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER), como recursos obtidos junto ao Consulado do Japão. O equipamento será cedido em regime de Comodato para a Unirenda, por um período de 5 anos, em que a FIER será responsável pelo envio de relatórios de desempenho ao Consulado do Japão. Ao final desse período, o maquinário será repassado definitivamente para a cooperativa.

 

 

 

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