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TJRR e Senac firmam Termo para ajudar mulheres que sofrem violência

A desembargadora Tânia Vasconcelos com o presidente da Fecomércio-RR, Airton Dias, e a diretora do Senac-RR, Lisiane Carnetti - Foto: Ascom/TJRRA presidente do Tribunal de Justiça de Roraima, desembargadora Tânia Vasconcelos Dias, e o presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Airton Dias, assinaram na tarde da última terça-feira, 25, um Termo de Cooperação Técnica que prevê a disponibilização gratuita de cursos de geração de renda às mulheres assistidas pelo 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher.

Com a assinatura do documento, que tem validade de dois anos, as duas instituições pretendem garantir a capacitação para mulheres que estejam em situação de violência, por meio de cursos de geração de renda, qualificando-as para o mercado de trabalho.

O Termo de Cooperação estabelece que o SENAC encaminhará bimestralmente para o TJRR os tipos de cursos e a quantidade de vagas disponíveis, junto com a lista de pré-requisitos para inscrição ou matrícula. Também garantirá a inscrição das participantes e o material didático do curso.

Ao TJRR caberá encaminhar mulheres vítimas de violência para participação nos cursos, acompanhar o funcionamento dos cursos por meio de visita ao corpo técnico do SENAC/RR e cooperar quando solicitado em eventos que envolvam a temática da violência doméstica e familiar e a Lei Maria da Penha.

A juíza titular do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, Maria Aparecida Cury, entende que a parceria firmada é importante por acreditar que mudança de mentalidade e dos rumos da mulher que sofre violência doméstica passa pelo seu empoderamento e, também, pela sua independência financeira. “Para que essa mulher alcance a independência financeira ela precisa estar qualificada para o mercado de trabalho e esse convênio visa isso, dar a essas mulheres a chance de se qualificar e, consequentemente, elevar sua autoestima, tornando-se independentes financeiramente e, junto, adquirindo a independência psicológica que elas precisam ter para quebrar o ciclo de violência em que vivem”, afirmou a magistrada.

 

 

 

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