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Situação de emergência: Grupo de Trabalho da Saúde conclui levantamento

GTM teve 15 dias para levantar dados e informações junto às coordenações, analisar e montar o plano - Foto: Ascom/SesauO Grupo de Trabalho Multissetorial (GTM) da Saúde, instituído pelo Decreto 17.078-E, de 23 de maio, protocolou na tarde desta terça-feira, 10, no Gabinete Civil do Palácio Senador Hélio Campos, o Plano de Recuperação e Garantia da Assistência aos usuários da rede pública estadual de saúde. O documento apresenta o levantamento situacional da Gestão Estadual da Saúde, problemas que fragilizam o sistema e sugestões de otimização de recursos financeiros.

Presidido pela secretária-adjunta de Saúde, Claudete Praia, o GTM teve 15 dias para levantar dados e informações junto às coordenações, analisar e montar o plano, sugerindo medidas para amenizar os problemas na rede pública de saúde. O decreto governamental declarou situação especial de emergência na saúde estadual para assegurar a prestação contínua de serviços de atendimento médico-hospitalar aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A duração será de 180 dias.

Entre os problemas apontados na assistência estão a insuficiência de leitos nas unidades que prestam atendimento de urgência e emergência, déficit de medicamentos e material hospitalar e demanda reprimida de cirurgias eletivas. Como solução foram sugeridos o credenciamento de leitos de retaguarda para atender o Hospital Geral de Roraima e Hospital Materno-Infantil (HMI), sanar dívidas com credores e dar celeridade nos processos de aquisição.

Para dar vazão a demanda de cirurgias eletivas e organizar o serviço de imediato, foi sugerido instituir a Central de Agendamento de Cirurgias Eletivas, normalizar o funcionamento das salas cirúrgicas com a otimização e ampliação do horário de funcionamento do Centro Cirúrgico.

Dentre as sugestões na parte administrativa estão a adoção de ferramentas de gestão, com estabelecimento de metas que devam ser cumpridas no curto, médio e longo prazo, articulando as políticas institucionais. “Notamos algumas deficiências técnicas na hora de planejar, monitorar e avaliar as nossas ações de saúde, e sem isso, certamente acaba comprometendo os serviços à população”, disse Claudete.

O GTM é composto por representantes das Coordenações Gerais do Trabalho, Educação e Saúde (CGTES), de Administração (CGA), de Assistência Farmacêutica – (CGAF), de Urgência e Emergência (CGUE); de Assistência Especializada (CGAE), de Planejamento (CGPLAN); e de Regulação, Avaliação e Controle (CGRAC).

 

 

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