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Viver os filhos é sempre bom Marlen Lima (*) Ser pai é ser tudo. Um super-héroi eterno. Ser pai é ser amigo. Ser amigo e estar presente, mas também querendo estar ausente. Ainda que de forma diminuta, esparsado, mas nem por isso desnecessária. Mas ser pai é como no dito popular – Estar entre o céu e o inferno!!! Por mais duro que isto possa parecer, mas filhos são isso, e muito mais, são sempre seres maravilhosos, abençoados, e que nos deixam sempre 'ligados' neles pelo resto da vida, como se em nada mais na vida tivesse a certeza única do que é o amor verdadeiro. Jamais deixei de compreender que vivendo longe de meus dois primeiros filhos – Cauã e Ygara - 10 e 09 respectivamente - eu jamais teria momentos só de doçura, só de beleza, só de tranquilidade, mas sei que também teria muita dureza, e teria que ser firme, com muita maturidade empenhar o papel de ser pai, e ter demasiada responsabilidade, e, claro, ter que dizer muitos 'nãos'. Desde sempre entendi, no fundo, como é viver longe deles, estando só participando de pequenos momentos, todos, maravilhosos. Natal. Ano Novo. Férias. Sei que tenho sido um pai zeloso, atento, e acima de tudo amoroso. Mas agora vivo ainda um momento especial, porque vivo uma linda história de amor em que o fruto puro disto é Yami Gabriel, de dois anos. O mais abençoado de todos os netos – maternos e paternos. E para somar tudo isso, Vitor Cauã e Ygara Juliana estão de mudaças de Boa Vista (RR) para Brasília, onde viveremos outros tantos momentos de crescimento, amadurecmento, respeito, amizade e muito amor. Eu e Daiane estamos apreensivos, mas otimistas, e mais que tudo confiantes em nossos desempenhos de que tudo se manterá no caminho de ajustes, contínuos, em que o sentimento família será exacerbado. Pois, que dá um certo frio na barriga, dá! Ser pai, ser mãe é saber o que isso representa sendo algo que nos conforta por vivenciarmos tudo, e tudo tendo que se feito da melhor forma. A vivência que os irmãos terão será algo único, marcante e feliz para todos. Cauã, Ygara e Yami são nossos presentes. Para mim, para Daiane, para Yami (mesmo pequeno e só falando em sua maioria o seu dialeto próprio, ele sabe e sente o amor dos irmãos), para Fátima, para Manoel, para Manoela, e especialmente para Isadora, a chegada de Vitor e Juliana são sinais de felicidade. Família. É isso que importa, e é isso que vivo. Amor. É para isso que sinto. Filhos. Sim...Uma dádiva!
(*) Jornalista www.agencianorteonline.com.br
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