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Árbitro ou mestre de bateria de escola de samba? Valter Ferreira Mariano (*) O árbitro de futebol tem que saber usar suas ferramentas de trabalho, dentre elas o apito, pois o uso incorreto pode torná-lo um mestre de bateria de escola de samba. (campo de jogo – regra 01) será através de que a partida será iniciada, reiniciada, paralisada e finalizada. O apito será necessário para autorizar o inicio da partida, no reinicio com o segundo tempo e após ter sido marcado um gol, nestes casos o som do apito será forte com uma duração mediana. Em situações que uma infração é considerada branda e corriqueira, que a possibilidade de obter um tento direto e quase nulo, o silvo será curto e seco, porém se esta infração ocorrer nas proximidades da área penal (grande área), o silvo será forte e um pouco mais logo, indicando que através dela a possibilidade de obter um gol direto é favorável ao seu executor. As infrações que leva um grande risco a integridade física dos jogadores, ou jogada violenta, que o uso de um dos dois cartões será fará necessário, o som do silvo será forte e longo, no qual o árbitro mostrará que não gostou nem um pouco da infração, será como sua “cara feia” para o lance. Na sinalização de uma penalidade máxima (regra 14), o árbitro deve mostrar através do silvo do seu apito toda sua convicção que a mesma ocorreu, neste caso o silvo será forte, bem alto, um pouco longo, assim todos saberão que uma penalidade foi marca. Ao reiniciar o jogo após ter sido paralisado para aplicação de um cartão amarelo ou vermelho, para atendimento de atleta lesionado, nas substituições o silvo será curto, porém com uma boa altura para que todos saibam que o jogo será reiniciado. O apito deve ser usado de forma repicada para chamar atenção que algo está errado ou fora de posição, como a posição da bola no quarto de circulo na execução de um tiro de cato (regra 17), a distancia de 9,15 da barreira em relação à bola, do tiro de meta (regra 16) ou do posicionamento do atleta na cobrança de um arremesso lateral. Este silvo repicado informa que o posicionamento deverá ser corrigido para que se possa reiniciar a partida. Não se fará necessário o uso do apito para autorizar a execução de um tiro de canto, meta, arremesso lateral ou quando um gol é marcado (regra 10), porém se há demora na execução ou um gol marcado deixando dúvida se bola entrou ou não, nestas situações a intervenção do silvo do apito será necessário para chamar atenção dos jogadores para observar a indicação clara do fato. O apito é um instrumento do árbitro, e como tal deve ser usado com destreza, o uso de forma desnecessária e freqüente terá menos impacto quando for necessário. Para iniciar o jogo, o árbitro deverá anunciar claramente aos jogadores que o jogo só pode reiniciar após este sinal. Um show de abraços: Aos amigos Marcelo Luis da Silva, Daniel Lopes Neto, Edmar Freitas dos Santos, Carlos Roberto Pires, Antônio Rogério Batista do Prado, Davi Balsas, Fábio Bonatto Domingues, todos de Campinas/SP, Guilherme Cereta de Lima – Votorantim/SP (Parabéns pela atuação no jogo Grêmio x Atlético/PR), Edinaldo Candido Trajano – Cruzeiro/SP, Marcio Jacob – São Caetano do Sul/SP, Aguinaldo Vieira (almoxarife) – S. Paulo/SP, Douglas Pereira Lopes – S. Paulo/SP, todos da Federação Paulista de Futebol, Sérgio Corrêa da Silva – CBF, Ismael Lopes da Silva, o Léo da V.Pe. Anchieta – Campinas/SP, Jessé e Patrícia – Porto União/SC, Elizangela Almeida – Cuiabá/MT, Dr. Wallace Nogueira Rocha, Presidente da Liga Campineira de Futebol, Douglas Pimenta – técnico de futebol e a todos que tornam o Roraima em Foco um show de sucesso na web. Para finalizar um show abraços muito especial a minha querida e amada esposa Rita de Cássias. Até a próxima...
(*) Valter Ferreira Mariano, 40 anos, residente na cidade de Campinas/SP. Árbitro Assistente da Federação Paulista de Futebol. Formado pela Escola de Arbitragem jornalista Flávio Iazzetti da Federação Paulista de Futebol em 1996/1997 e pela Escola Arbitragem Marco Antônio Ribeiro, entidade ligada a Associação Campineira dos Árbitros de Futebol – ACAF, em 1996. Colunista de arbitragem, onde escreve sobre a dinâmica de arbitrar uma partida, seus conceitos e ética, suas leis e principalmente do espírito deste esporte chamado futebol. Email:
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