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A sociedade futebolística será genuinamente democrata somente com a alfabetização dos meios de comunicação através da Carta Magna do futebol, pois sua influência é decisiva na opinião dos fãs deste esporte. Porém, para que isso ocorra, a mídia esportiva deverá condenar abertamente a crucificação dos erros de arbitragem, de forma mais consistente do que faz, anulando o paradoxo que o árbitro se faz presente no solo sagrado para beneficiar uma das equipes, valorizando o ser humano, árbitro, como o alicerce desta sociedade.
Sinto que a mídia esportiva vem se abrindo, de forma mais generosa, quando um erro de arbitragem é flagrado pelo olho frio da câmera de televisão, nos diversos ângulos, os comentários têm sido feitos de forma ponderável onde a visão do árbitro é também comentada, assim passando aos fãs as duas versões do lance registrado. Esta atitude é apenas uma gota d’água, todavia, uma gota d’água move um oceano, já é um começo. Neste cenário, uma iniciativa de alfabetizar a mídia é a única via a uma sociedade futebolística mais justa e sustentável. A difusão do livro de regras, dos conceitos, das instruções, diretrizes de arbitragem, certamente colocará um fim no paradigma cultural que o árbitro é o vilão das partidas de futebol. Show de abraços: Aos árbitros Juliano Basália Pereira, Evandro Luiz Silveira, Eduardo Pereira Araújo, Rafael Porcari, Luiz Henrique Ramos Silva, Edson Alves Lima, Eduardo Vequi Marciano, Marcelo Luis da Silva e Clodoaldo Cardoso de Oliveira, todos da Federação Paulista de Futebol, ao amigo Sérgio Corrêa da Silva, presidente, Comissão nacional de arbitragem, aos amigos que fazem deste site ser um grande sucesso na web e um show de abraços em especial a minha amada esposa Rita de Cássia, e para finalizar um show de 2008 a todos... |