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Sistema Prisional: cantinas das unidades serão ativadas

A contratação, por meio de licitação, vai atender inicialmente três estabelecimentos prisionais - Fotos: Secom-RR

A contratação, por meio de licitação, vai atender inicialmente três estabelecimentos prisionais – Fotos: Secom-RR

Oferecer lanche e outros produtos alimentícios a um preço acessível ao reeducando é a proposta do Governo do Estado ao abrir processo licitatório para contratação de cantina, que atenderá, inicialmente, às Cadeias Públicas Masculina e Feminina de Boa Vista e a PAMC (Penitenciária Agrícola de Monte Cristo). O dinheiro arrecadado nesses estabelecimentos será revertido em um fundo financeiro que vai atender às necessidades estruturais de cada unidade prisional.

Segundo o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Josué Filho, a empresa vencedora locará a cantina da unidade e além da possibilidade de contratação de mão-de-obra, possibilitando oportunidade de trabalho para os reeducandos. “Um reeducando pode trabalhar como vendedor ou auxiliar na cantina, garantindo uma ajuda financeira para sua família e ter o benefício da remissão de pena por dia trabalhado”, explicou.

Filho ressaltou que, tudo que o Estado fornece será mantido: alimentação e kits de higiene. “A privatização do serviço complementará a alimentação fornecida pelo Estado que são três refeições: café da manhã, almoço e jantar. A intenção é diminuir a quantidade e os gastos com produtos levados pelos familiares para atender as necessidades básicas dos reeeducandos”, enfatizou o secretário.

Josué Filho

Josué Filho

A locação trará uma ajuda importante por meio do fundo financeiro que será administrado pela direção de cada unidade prisional. A direção do presídio prestará contas à Sejuc sobre tudo que for arrecadado e empregado. Além de que, todo produto passará por rigorosa fiscalização antes da comercialização.

Outros produtos

Conforme Filho, nesses estabelecimentos serão comercializados tudo aquilo que a Lei permite, como material higiênico, de limpeza, diversos produtos de alimentação, entre outros. “A intenção vai mais além, pois vamos inibir também a entrada de produtos ilícitos que possam ser escondidos em recipientes e alimentos”, acrescentou.

Os critérios para a execução do serviço deverão constar no edital de licitação a ser lançado nos próximos dias. “Muitas coisas poderão ser feitas nas unidades, serviços emergenciais e de custo razoável poderão ser feitos com o dinheiro dessa locação. Além do preço destes produtos que será bem mais acessível do que aqueles adquiridos pelas famílias foram das unidades”, disse Josué.

Tiana Brazão

 

 

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