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Roraima: geração de empregos formais continua em alta no mês de fevereiro

Roraima foi o único Estado da Região Norte que gerou novos postos de trabalho no acumulado do primeiro bimestre

A geração de empregos formais em Roraima continua apresentando saldos positivos em 2017. Em fevereiro deste ano foram criados mais 164 novos postos de trabalho com carteira assinada. No primeiro bimestre de 2017 já somam 415 novos postos de trabalho, é o melhor resultado para este período desde 2011.

O resultado positivo no primeiro bimestre de 2017 foi influenciado pela retomada da geração de empregos na Construção Civil. Neste período o setor já criou 238 novos postos de trabalho. Dentre as profissões que mais cresceram neste setor encontram-se os serventes de obras, com 61 novos empregos; assistente administrativo, com 35; operador de central hidrelétrica, com 31; e os motoristas de caminhão, com 22 novos postos.

Outro setor importante para a criação de novos empregos em Roraima foi o de Serviços, que nos dois primeiros meses do ano gerou 148 novos postos de trabalho. O subsetor de Ensino foi o responsável pela maioria dos empregos gerados neste setor, com um saldo positivo de 85 novos postos de trabalho. Os profissionais com maiores saldos positivos são: trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas, com 38 novos postos de trabalho; auxiliar nos serviços de alimentação, com 26; zelador, com 22; e professor leigo no ensino fundamental, com 21 novos empregos.

Os únicos setores que apresentaram saldo negativo no período foi o de Agropecuária, com a perda de 1 posto de trabalho, e o Comércio com redução de 20 empregos com carteira assinada. No setor de Comércio o segmento de comércio varejista é o que vem perdendo mais postos de trabalho, pelo quinto mês seguido, houve mais demissões do que contratações.

Região Norte

Roraima foi o único Estado do Norte do país que gerou novos postos de trabalho no acumulado do primeiro bimestre. A Região como um todo perdeu mais de 9 mil postos de trabalho, com destaque negativo para o Estado do Pará, onde a retração foi de aproximadamente 5 mil postos. Amazonas perdeu pouco mais de 3 mil e Rondônia recuou 1,3 mil postos.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, os dados apresentados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) estão sujeitos a alterações, em decorrência do acréscimo de informações dos lançamentos fora do prazo.

Tércio Neto

 

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