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Resistência ao exame de próstata tem ficado de lado, observa médica

Ação de saúde na Feira do Passarão - Fotos: Vitória Barreto

Ação de saúde na Feira do Passarão – Fotos: Vitória Barreto

Os comerciantes e visitantes da Feira do Passarão receberam, na manhã deste sábado, 14, serviços de saúde em alusão ao Novembro Azul. As atividades se iniciaram às 6h30 e só terminaram quando todos foram devidamente atendidos.

Voltada para o público masculino, a ação contou com palestras, aferição de pressão, avaliação de índice glicêmico, vacinação contra diversas patologias, oferecimento de testes rápidos contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e atendimento com clínico-geral.

Os servidores são de Unidades Básicas de Saúde e somaram mais de 15 profissionais, entre médicos e enfermeiros. A doutora Samanta Rocha, especializada em medicina da família, percebeu que a maioria dos homens foi ao local para fazer check-ups, em ato de prevenção.

A médica também notou que o público alvo está mais receptivo quanto a fazer o exame de toque renal, que detecta o câncer de próstata. “Fiz alguns encaminhamentos para urologista e eles não demostraram resistência alguma de fazer esse procedimento. O que é ótimo, porque trata-se de um exame simples e eficaz. Antigos pensamentos machistas têm ficado de lado”, observou Samanta.

acaoemsaude18Um desses homens foi o escrevente de notas José Sales, de 47 anos. Ele fez questão de mostrar os papeis que comprovavam ter feito todos os exames oferecidos na ação. “Homem não tem costume de ir ao hospital, a não ser que seja algo grave. Mas meu amigo me falou desta ação aqui, então eu vim na hora”, contava.

Sales corre todos os dias e se alimenta de forma balanceada, por isso não se surpreendeu com a glicemia excelente e a pressão arterial em dia. “Recebi encaminhamento para ir ao urologista e não estou nem aí se tiver que fazer esse exame de próstata.”, frisou.

Ação contra a perda de audição: No Conjunto Cidadão, a Escola Municipal Raimundo Eloy fez um evento em alusão ao último dia 10. É a data de Prevenção e Combate à surdez. Os 27 professores da unidade de ensino fizeram exames para detectar a perda de audição, sendo esses oferecidos pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

“É comum ocorrer essa perda com pessoas que trabalham em ambientes com sonoridade irregular, como uma sala de aula, por exemplo. Até agora já identificamos dois casos em funcionários que, aparentemente, escutavam muito bem”, pontuou a diretora do Cerest, Cândida Lisiê.

Deborah Nascimento

 

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