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Qualidade da água: mais dois municípios têm serviços supervisionados

Além de Mucajaí e Alto Alegre, oito vilas recebem a supervisão técnica - Foto: Ascom/SesauA Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) segue com o trabalho de monitoramento da qualidade da água para consumo humano. As supervisões até sexta-feira, 4, ocorrerem nos municípios Alto Alegre e de Mucajaí, como também nas vilas do Taiano, Apiaú, Penha, Novo Horizonte, Samaúma, Roxinho e Tamandaré.

A equipe do Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano Estadual (Vigiágua) tem a intenção de percorrer todos os municípios e vilas do Estado. Na semana passada a equipe visitou Iracema e Caracaraí. As amostras coletas já estão para análise, no Laboratório Central de Roraima (Lacen).

Segundo a gerente do Vigiágua, Ivete Fernandes, que está em Mucajaí, onde a sede será a primeira inspecionada, além de coletar amostras de água na saída do sistema de abastecimento, o grupo orienta verbalmente para algumas adequações, caso haja necessidade. “A visita gera um relatório que é enviado tanto ao secretário estadual de Saúde quanto secretário municipal”, explicou.

Ivete destaca que para monitorar a qualidade da água no estado de forma efetiva, é necessário que os municípios realizem os procedimentos de vigilância, encaminhando amostras mensais para análises básicas no Laboratório Central de Roraima (Lacen). Além disso, os técnicos devem fazer a aferição do cloro na rede diariamente.

Paralelo a isso, o Estado reúne amostras de água em todos os municípios e encaminha ao Lacen para análises microbiológicas, físico-química e organoléptica. O objetivo é verificar se há microrganismos que podem transmitir doenças pela água. Nível de acidez, cor, odor e aspecto da água são verificados na análise físico-química, assim como se a quantidade de cloro está adequada.

A gerente constatou na visita passada, que muitas vilas que não chegam água tratada como preconiza a Portaria 2.914/2012, precisam intensificar o uso do hipoclorito de sódio nas residências. Até o momento, o Estado tem para distribuir aos municípios mais de 13 mil frascos. “Os municípios fazem a retirada de hipoclorito na Coordenação Farmacêutica do Estado (antiga Dadmed), com a devida autorização do Departamento Ambiental. O quantitativo corresponde ao número populacional de cada localidade”, enfatizou.

Ainda conforme ela, o armazenamento e cuidado em não contaminar a água também é importante. Manter a caixa d’água limpa, em local higienizado, bem lacrada e, sobretudo, utilizar apenas um único vasilhame para pegar água, e sempre com a mão limpa. Antes de beber água sem tratamento, ferver a 100°C.

O Estado monitora, entre outros, poços da Companhia de Água e Esgotos de Roraima (Caer), a água na entrada de locais com grandes aglomerações de pessoas como escolas, creches, hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBS) e feiras populares.

 

 

 

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