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Pronto Atendimento: profissionais recebem treinamento sobre classificação de risco

Pronto Atendimento adota protocolo de classificação de cores, para priorizar os casos mais graves - Foto: Ascom/SesauProfissionais que atuam na linha de frente no Pronto Atendimento Airton Rocha (PAAR) passarão por um treinamento com base no protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR). A medida vai fortalecer o método utilizado pela unidade hospitalar e conferir um atendimento mais ágil à população, priorizando sempre os casos com maior urgência.

A capacitação acontecerá nesta sexta-feira, 13, e sábado, 14, no auditório do Hospital Geral de Roraima (HGR), com abertura às 10h, seguindo em horário comercial. A atualização será ministrada por dois enfermeiros e um psicólogo da Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso do Sul (SES), que possui ampla experiência na aplicação do método.

A diretora do Departamento dos Serviços de Urgência e Emergência (DSUE), Luzia Rodrigues, explicou que a capacitação é voltada aos profissionais em posição estratégica no que diz respeito à aplicação do protocolo. Serão enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais. “Esta ação é fundamental para melhorar o acolhimento dos usuários no SUS, priorizando os casos com maior urgência”, explicou.

Uma média de 65 a 85% dos pacientes atendidos no PAAR apresentam casos de pouca ou nenhuma urgência. Considerando que a saúde é um direito fundamental, nenhum paciente tem atendimento negado, no entanto, é empregado o ACCR, no qual o usuário é estratificado por cores de acordo com os sinais e sintomas apresentados.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) tem buscado alternativas para reorganizar o fluxo de atendimento, de modo que, em casos menos urgentes, a população priorize a busca por atendimento nas unidades básicas de saúde. “Estamos buscando uma maneira de trabalhar isso, se necessário, em parceria com o Município”, pontuou.

Protocolo

Por orientação do Ministério da Saúde, as unidades de urgência e emergência utilizam o Acolhimento Com Classificação de Risco (ACCR) baseado no protocolo internacional de Manchester, utilizado mundialmente. O sistema consiste em uma rápida avaliação em que os profissionais, sobretudo enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, avaliam a situação do paciente assim que ele chega à unidade.

O método é uma recomendação do Ministério da Saúde para facilitar o fluxo e dar prioridade aos casos mais graves. A classificação é feita a partir das queixas, sinais, sintomas, sinais vitais, saturação, escala de dor, glicemia entre outros. Após essa avaliação os pacientes são identificados com cores correspondentes a um dos seis níveis estabelecido pelo sistema.

A cor vermelha (emergente) tem atendimento imediato; a laranja (muito urgente) prevê atendimento em dez minutos; o amarelo (urgente), 60 minutos; o verde (pouco urgente), 120 minutos; e o azul (não urgente), 240 minutos.

 

 

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