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Projeto busca acolher pacientes de forma humanizada no Pronto Atendimento

O projeto quer melhorar a qualidade no atendimento aos pacientes do PAAR - Foto: Ascom/SesauCom iniciativas para aprimorarem o atendimento de pacientes, o Pronto Atendimento Airton Rocha (PAAR) implantou esta semana, mais uma etapa do projeto “Posso Ajudar?”. Criado para o acolhimento humanizado de usuários que chegam à unidade e, consequentemente, para agilizar o atendimento desde a triagem até a consulta, o trabalho é realizado por profissionais de enfermagem e ocorre das 7h às 19h.

Funcionando de forma experimental, o projeto é um dos componentes existentes nas normas da Política Nacional de Humanização (PNH), juntamente com outro, que é o Acolhimento com Classificação de Risco por cores. Os profissionais também esclarecem o dispositivo por cores, que orienta na prioridade do mais grave, encaminha até a triagem, além de verificar a documentação necessária para dar entrada à unidade.

O diretor do PAAR, Samir Xaud, elogiou a iniciativa, destacando a estratégia principal do projeto. “Além de promover a comunicação entre a instituição e o paciente, há espaço para a escuta, na intenção de melhorar cada vez mais a qualidade no atendimento ao público”, disse.

Xaud lembrou que um reforço no trabalho de acolhimento está sendo das instituições de ensino, tanto de nível técnico quanto de nível superior. “Eles [parceiros das instituições] estão disponibilizando estudantes para estagiar na parte do acolhimento, visto que na estrutura curriculum exige como atividade complementar na a carga horária que eles precisam”, mencionou.

O diretor completou que outros profissionais que auxiliam no trabalho de humanização são os maqueiros, que lidam diariamente com pacientes. “As possibilidades de acolhimento são muitas e o importante é que as melhorias sejam feitas com a participação de toda a equipe que trabalha no serviço”, avaliou Xaud.

Na oportunidade, ele acrescentou que o projeto partiu da necessidade de melhorar o fluxo de informações, conhecer as necessidades das quais o usuário se faz portador e oferecer as alternativas possíveis voltadas à satisfação dessas necessidades.

Acolhimento diferenciado aos internado

Outra ferramenta de acolhimento e que faz parte do “Posso Ajudar?” são as palestras que estão ocorrendo no Hospital Geral de Roraima, tanto para a equipe de enfermagem quanto aos trabalhadores terceirizados recém-chegados para trabalharem. Na tarde dessa quarta-feira, dia 20, foi a vez da equipe dos terceirizados, que manipulam os alimentos que chegam até os pacientes internados no HGR.

A palestra girou em torno da ética, segurança alimentar e a postura comportamental. “O treinamento orienta na abordagem ao deixar a dieta do paciente. Não simplesmente entregar e virá as costas, mas olhar o paciente, saber o grau de satisfação, ler o mapa do nutricionista e a partir disso, separar a dieta do paciente de acordo”, pontuou a coordenadora da cozinha Central, Renata Simões.

Segundo ela, queira ou não, o simples bom dia, dar atenção ao paciente, verificar se está satisfeito com a alimentação fazem toda a diferença. “Enfim, é o Posso Ajudar?, agindo de forma diferente e, sobretudo, não deixa de ser para o serviço hospitalar o feedback”, afirmou. 

 

 

 

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