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Produtores da região Sul do Brasil conhecem potencial produtivo do lavrado roraimense

A comitiva conheceu a fazenda Água Boa, no município de Alto Alegre, uma referência na produção de soja em Roraima - Fotos: Raimundo Lima

A comitiva conheceu a fazenda Água Boa, no município de Alto Alegre, uma referência na produção de soja em Roraima – Fotos: Raimundo Lima

Roraima desponta como um dos novos destinos da agroindústria do Brasil, tornando-se uma alternativa para investidores do setor. E a produção da soja é hoje um dos principais atrativos locais. Nesta última quinta-feira, 12, o secretário de Articulação Institucional e Promoção de Investimentos, João Pizzolatti, recepcionou um grupo de empresários do agronegócio da região Sul do país, que veio conhecer de perto a experiência de quem já produz por aqui.

A comitiva conheceu a fazenda Água Boa, no município de Alto Alegre, uma referência na produção de soja em Roraima. E o principal cartão de visitas encheu os olhos dos potenciais investidores que têm interesse na produção de grãos e pecuária. “O nosso grande desafio é quebrar o paradigma da segurança jurídica da terra. Quando você mostra exemplos exitosos como o dessas fazendas para quem vem de fora, que há segurança jurídica da terra e que este é um projeto de Estado visando o nosso desenvolvimento econômico, mostrando que nós temos as melhores condições, competindo com outros estados, ou seja, que temos elementos e argumentos como localização, luminosidade, qualidade da água, preço da terra e a proximidade com mercados como o do Caribe, comprovamos que é muito vantajoso vir pra cá”, destacou Pizzolatti.

João Pizzolatti

João Pizzolatti

E não é apenas com a soja que os lavrados roraimenses encontram um casamento perfeito. Outras culturas como a milho e algodão também tem se mostrado bastante favoráveis em termos de qualidade e resultados. O produtor de grãos Jaime Linke foi um dos mais entusiasmados.

Mesmo com a colheita já finalizada, ver a terra sendo preparada para a próxima safra deu a dimensão do potencial das terras roraimenses. “Ficamos muito surpresos com o que vimos. Vamos voltar para o Sul para tentar reunir outros interessados em formar uma cooperativa e quem sabe, nos instalarmos para produzir em Roraima. Com o apoio do Governo, acredito que poderemos trabalhar e produzir alimentos, pois aqui tem um campo muito amplo para produção. É com certeza um novo horizonte agrícola para o resto do Brasil”, declarou Linke.

O Governo também está apoiando quem já produz dando condições de torná-lo cada vez mais competitivo em relação a outros mercados. “Por determinação da governadora Suely Campos estamos criando na Seapi uma estrutura para o investidor que queira apostar em Roraima e também para os que já produzem aqui. Além disso estamos trabalhando para melhorar as infraestruturas necessárias, de forma que os produtores, possam diminuir seus custos de produção”, destacou Pizzolatti.

Ricardo Amaral

 

 

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