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Parteiras indígenas: mulheres de sete municípios serão qualificadas pela Sesau

A atividade visa reduzir a mortalidade materna, infantil e fetal - Foto: Ascom/SesauA Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) realiza curso de Parteiras Tradicionais para 35 mulheres indígenas. A qualificação, que chega à sua terceira edição, acontecerá entre os dias 08 e 12 deste mês, no Hotel Cristal, o dia inteiro. O trabalho visa intensificar a redução da mortalidade materno-infantil, além de ampliar a assistência às gestantes e ao bebê.

Desta vez, as participantes são dos municípios de Alto Alegre, Amajari, Cantá, Bonfim, Normandia, Uiramutã e Pacaraima. Das 35, somente 10 estão apenas se atualizando, pois já participaram do curso e possuem o kit de saúde. Entretanto, as outras 25 que participam pela primeira vez, ao final do curso receberão os kits das parteiras tradicionais e poderão atuar nas suas respectivas localidades.

O kit fornecido pelo governo federal contém 35 itens, entre eles, capa de chuva, fralda, toalha, estetoscópio, balança pediátrica, entre outros itens. Esses São equipamentos básicos de assistência imediata ao recém-nascido, mas que contribuem com a qualidade dos serviços prestados às gestantes durante o parto.

De acordo com a gerente do Núcleo de Ações programáticas de Saúde dos Povos Indígenas (NAPSPI), Claudete Cruz Ambrósio, a capacitação contará com a facilitadora do Distrito Sanitário Indígena do Leste/ SESAI, a enfermeira Gilvanice Baldez, como também da integrante do grupo Curumim, Paula Viana, além da presença de uma neonatologista de Manaus.

Claudete explicou que o treinamento tem o objetivo de dar suporte e auxílio aos profissionais de saúde da Atenção Básica, tendo a estratégia na redução da mortalidade, seja ela, materna, infantil ou fetal. “As parteiras não tiram o papel do profissional de saúde e sim ajudam as mulheres com dificuldades em chegar ao hospital com segurança. Com o treinamento, elas (parteiras) estarão qualificadas e prontas para preservar a saúde e a vida da mãe e do bebê”, frisou.

O trabalho faz parte da estratégia da Rede Cegonha. A carga horária do curso será de 40 horas, sendo que todas as parteiras serão certificadas sobre como realizar um procedimento seguro, a identificar casos de gestação de risco e, sobretudo, identificar qual o melhor momento de encaminhar as gestantes à unidade de referência, isto é, o Hospital Materno-infantil Nossa Senhora de Nazareth (HMINSN).

 

 

 

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