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| Prefeitura alerta para a eliminação de criadouros do mosquito da dengue |
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O responsável pelo trabalho, Olavo Carneiro, destacou que a população não pode descuidar. “No caso da dengue, é preciso manter uma vigilância constante, para evitar um novo surto da doença”, afirmou. O Coordenador disse ainda que grande parte dos criadouros encontrados pelos agentes de endemias, está incluída no grupo do lixo doméstico. Segundo Olavo, esse material pode ser facilmente descartado, inclusive pela coleta de lixo domiciliar. “O lixo é o maior vilão no combate à dengue. Por isso, a Prefeitura mantém um sistema de coleta de lixo domiciliar que também auxilia no controle da doença. Fazer a destinação correta do lixo é evitar a proliferação da dengue”, disse. Olavo destacou que atualmente, a maior preocupação da Prefeitura é manter a cidade livre do dengue 4, tipo da doença presente em países visinhos. “Estamos alertas para evitar a presença do dengue tipo 4. Nossa preocupação é maior por conta da área de fronteira, o que aumenta as chances de manifestação desse vetor em nosso Estado”, explicou. Para colaborar com o combate à dengue é necessário eliminar ou proteger todo e qualquer recipiente que possa acumular água parada. Os respiradouros de fossas devem ser vedados e os recipientes coletores de água das geladeiras também precisam ser limpos. Aos primeiros sintomas da doença, o paciente deve procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima de sua casa. A notificação dos sintomas permite que a equipe de endemias faça o bloqueio do mosquito, aplicando o inseticida na região onde foi identificado o caso suspeito da doença. Outras dúvidas e informações sobre o trabalho de combate à dengue podem ser obtidas na Coordenação Municipal de Endemias, pelo telefone: 3224-1023.
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