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Mutirão de cateterismo: nove pacientes são submetidos no último dia de ação

Serão nove pacientes para o exame nesta quarta-feira, 16, último dia do mutirão - Foto: Ascom/SesauO sétimo mutirão de Cateterismo do Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), da Secretaria Esstadual de Saúde de Roraima (Sesau) encerrou nesta quarta-feira, 16, com a estimativa de realizar nove procedimentos dos 26 cateterismos e duas angioplastias programadas. A ação recomeça às 8h, na sala de hemodinâmica da unidade, e termina só depois que o último paciente foi atendido.

A maioria dos pacientes do mutirão é hipertenso e a pequena parcela sofre com problema renal crônico, informou a diretora-geral do CDI, Fátima de Jesus. “A hipertensão é detonada por vários fatores. Entre eles, maus hábitos alimentares, estresse do dia a dia e vida sedentária são algumas das tensões que faz subir e sobrecarregar o coração, levando a problemas cardíacos”, explicou.

A diretora ainda mencionou que pacientes com o diagnóstico de hipertensão, tendem a não controlar a pressão e as taxsa ficam elevadas, devido a isso ficam impossibilitados de realizar o exame. Nesta edição, pelo menos três pessoas não controlaram a pressão e tiveram que entrar para a lista do mutirão no próximo mês.

No primeiro dia da ação (14), dois pacientes ficaram impedidos de prosseguir o exame de cateterismo. Já no segundo dia, terça-feira, 15, por volta das 16h, foi a vez da dona de casa, Josefa Martins, voltar para casa com as suas filhas e retornar pela terceira vez ao CDI no próximo mês. Era a segunda tentativa dela, mas infelizmente, nesta terça-feira, dia que ela completou 64 anos, as taxas elevadas a impediram de seguir com o cateterismo. Na primeira vez ao CDI, foi o exame de sangue que apresentou alteração.

A dona de casa, Marli Souza Costa, filha da paciente cardiopata, explicou que há bastante tempo a mãe convive com a hipertensão. Ela acredita que a doença começou a se apresentar durante a penúltima gestação. “Ela sempre tomou a medicação, mas é muito difícil estabilizar, pois ela é nervosa e se abala por qualquer coisa”, revelou.

Outra história de vida que teve um final feliz, pode-se dizer assim, foi a do Antônio João Dantas, de 41 anos, que passou por uma angioplastia, devido três veias entupidas. “Em fevereiro o meu marido passou mal, sem saber que era início de infarto. Depois de alguns exames em um hospital particular da capital, foi detectado a obstrução das artérias. Por isso, o médico orientou que procurássemos o CDI já que é a única unidade da cidade a realizar o exame”, disse a esposa Carmem Barbosa, sentada na recepção à espera da transferência do marido para o Hospital Geral de Roraima.

A esposa conta contente que o mutirão agilizou e muito a realização do procedimento. O problema começou no início deste ano, e já estamos na primeira parte do processo de recuperação.

Exame

O procedimento de cateterismo demora, em média, de 20 a 30 minutos, porém a pessoa permanece no mínimo quatro horas em observação e depois é liberada para casa. No caso de pacientes da unidade coronária do Hospital Geral de Roraima, eles retornam à unidade hospitalar.

Quanto aos exames de angioplastia, esses duram cerca de 50 minutos. Depois de ser submetida ao procedimento, a pessoa fica em repouso por 24h no HGR e não havendo complicação, ela é liberada. Dentro de 20 dias, ela já pode ter uma rotina normal.

 

 

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