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Ministério da Cultura e Petrobras apresentam espetáculo ‘Diário do Maldito’ em Boa Vista

Espetáculo será encenado no teatro jaber Xaud - Foto: DivulgaçãoPor meio do patrocínio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2013/2014, o grupo brasiliense Teatro do Concreto comemora seus 10 anos de atividades realizando, pela primeira vez, o espetáculo Diário do Maldito em Boa Vista. A temporada de espetáculos em Boa Visita entra em cartaz no dia 19 de junho e se encerra no dia 22, no Teatro Jaber Xaud, no Sesc Mecejana. O início do espetáculo é às 20h, com indicação 18 anos. Os ingressos serão gratuitos e devem ser retirados na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo.

O Teatro do Concreto contribui com a renovação da linguagem cênica, fortalecendo o teatro de grupo e influenciando artistas e projetos em diversas áreas das artes. Com uma trajetória que acumula oito espetáculos e três publicações, que se destacam na cena regional e nacional e também fora do país, levam este coletivo de artistas a ser reconhecido como um dos mais importantes grupos de teatro brasileiros.

O espetáculo

Diário do Maldito tem construído uma carreira significativa desde sua estreia em novembro de 2006 na Oficina do Perdiz, um espaço alternativo em Brasília. Além do Distrito Federal, a peça já foi apresentada nos estados de AP, GO, MG, MS, MT e SP e vista por cerca de 4 mil pessoas. O espetáculo, fruto de dois anos de pesquisas, é uma homenagem ao dramaturgo Plínio Marcos, um dos maiores expoentes da dramaturgia nacional, que incorporou o tema da marginalidade na cena brasileira em textos de temática social contundente. 

O resultado da intensa investigação acerca da vida e obra do teatrólogo resultou num espetáculo contagiante, que ressalta aspectos multiculturais do povo brasileiro. Em 2010, a peça integrou a lista publicada pelo jornal Correio Braziliense com os 50 espetáculos que marcaram a história de Brasília. A obra e a vida de Plínio Marcos não é o texto oficial de Diário do Maldito, mas um pretexto para construir, com o público, um diálogo vivo sobre o homem, a função da arte e o papel do artista contemporâneo.

 

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