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Métodos Contraceptivos: estado pretende solicitar mais de 283 mil insumos para 2015

Mais de 148 mil mulheres estão em idade fértil em Roraima  -Foto: Ascom/SesauOs estados brasileiros têm até 1º de julho para solicitar do Ministério da Saúde (MS) a programação necessária à aquisição dos métodos contraceptivos para atender às mulheres em idade fértil, em 2015. Devido ao empenho do Núcleo de Ações Programática da Saúde da Mulher (NAPSM), Roraima enviará antes do prazo estabelecido o quantitativo necessário para atender as 148.302 mulheres. O número é resultado de um recente levantamento feito pelo Núcleo Estadual junto aos municípios. Tudo indica que o envio de Roraima ocorrerá no fim da próxima semana.

Para atender o público-alvo dos 15 municípios, o SUS ofertará sete opções de métodos contraceptivos que somarão 283.256, entre ampolas, cartelas, e outros itens. O quantitativo ainda deverá passar por análise do MS. A tabela de prognóstico previsto para RR ficou em diafragmas (2.966 item), mini pílulas (17.796 cartelas), pílulas emergenciais (5.932 cartelas), além de método injetável mensal (26.694 ampolas) e trimestral (8.898 ampolas), e ainda, pílula combinada (212.072 cartelas) e Dispositivo Intrauterino (8.898 DIUs).

A gerente do NAPSM, Maysa Ruiz, espera que com o envio antecipado, os itens possam chegar até dezembro deste ano, para que o Estado possa continuar enviando regulamente os insumos aos municípios. O repasse é garantido pela Lei n° 926, de 12 de janeiro de 1996, que dispõe sobre planejamento familiar.

Segundo a gerente, o procedimento mais procurado pelas mulheres é a pílula combinada. “Das 148.302 mulheres em idade fértil do Estado, informação usada para base de cálculo do MS, cerca de 22% preferem o contraceptivo oral. Mas, a escolha do tipo de método a usar, deve ser dado por orientação médica”, comentou Maysa.

Os métodos orais apresentam alta eficácia, são seguros, podem ser utilizados desde a adolescência até a menopausa, sempre sob o controle médico. Quando o casal desejar uma gravidez, basta à mulher interromper o uso, entre outras vantagens. A desvantagem no uso da pílula, como também das injetáveis, não protege de DSTs. O uso do preservativo deve ser associado ao contraceptivo para a prevenção de doenças.

Em segundo lugar, com 6% na preferência das mulheres, ficou o DIU, seguido das pílulas emergenciais, com 4% de aceitação. Com 3% estão os métodos injetáveis e, por último, com 2%, empate do diafragma e minipílula.

A gerência da Saúde da Mulher vem trabalhando para fortalecer as ações do planejamento reprodutivo no sentido de aprimorar a escolha da mulher ou do casal pelos métodos contraceptivos mais adequados.

 

 

 

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