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Maternidade Nossa Senhora de Nazaré terá nova ala com mais 30 leitos

Hospital foi inaugurado em 1982 e conta com praticamente a mesma estrutura de décadas atrás – Foto: Secom-RR

Dando continuidade ao processo de reestruturação das unidades de Saúde em Roraima, o Governo do Estado irá criar mais uma ala no HMINSN (Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth). Com a mudança do CRSM (Centro de Referência da Saúde da Mulher) para a sede própria, o que está previsto para ocorrer neste semestre, a maternidade ganhará a Ala das Azaleias, com mais 30 leitos.

Com mais uma ala, a qual será destinada à recuperação das mulheres que deram à luz, o Governo do Estado poderá oferecer um atendimento com mais conforto às mulheres e bebês na unidade. “Serão implantados leitos de internação obstétrica, um posto de enfermagem, consultórios, banheiros, conforto, rouparia, depósito, além de uma área de convivência externa. O novo ambiente também oferecerá salas de vacinas, testes da orelhinha e pezinho, entre outros serviços”, detalhou a diretora do Departamento de Engenharia da Sesau (Secretaria Estadual de Saúde), Hannah Hadassa Leite, ao esclarecer que o projeto já está em andamento na secretaria, com recursos assegurados, para ser licitado em breve.

A maternidade foi inaugurada em 1982 e possui atualmente seis alas (Margaridas, Violetas, Pedras Preciosas, Orquídeas, Rosas e Girassóis), totalizando cerca de 220 leitos, sendo a única maternidade pública do Estado com serviço de atendimento de emergência ginecológica e obstétrica, estando entre as unidades do país que possui maior volume de partos realizados.

A Maternidade realizou em 2016 uma média de 108 atendimentos por dia, totalizando 39.438 atendimentos de pacientes vindos dos municípios, países fronteiriços como a Venezuela e das comunidades indígenas. Em 2015 foram registrados 37.615 atendimentos. São aproximadamente 46 internações por dia. Em 2016, a unidade realizou 8.664 partos sendo 63% em parto normal e 37% partos cesáreos, uma média de 722 partos/mês.

Em algumas épocas do ano, a unidade recebe um incremento significativo na demanda de pacientes vindas de todo o Estado, áreas indígenas e países vizinhos. A unidade possui portas abertas e não recusa atendimento a quem quer que seja, o que gera picos de superlotação, os quais a direção da unidade tenta contornar, sem prejudicar a eficácia do atendimento prestado. “Esta intervenção vai obedecer às normas de acessibilidade para facilitar o acesso e circulação das pacientes, usuários e funcionários, além de atender às resoluções do Ministério da Saúde e Vigilância Sanitária”, complementou.

Nova maternidade

Após mais de 30 anos, o Governo do Estado vai construir mais uma maternidade, no sul do Estado, com recursos federais provenientes de emenda parlamentar. O projeto já está em andamento e com recursos garantidos, já em tramitação para ser licitado. A nova unidade irá atender a uma boa parcela da população do Estado, reduzindo a demanda excessiva na maternidade da Capital.

 

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