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HGR: panfletagem entre profissionais foca cuidados com material cortante

Serão mais de 1.400 materiais distribuídos durante os dois dias - Foto: Ascom/Sesau     A separação correta de material perfurocortante e prevenção de possíveis acidentes nas unidades de saúde, foi a motivação da Comissão Interna de Prevenção de Acidente (Cipa), do Hospital Geral de Roraima (HGR) realizar uma panfletagem educativa nesta terça, 15, e quarta-feira, 16, entre os profissionais do hospital. A ação está prevista para ocorrer nos três turnos, pela manhã, às 9h30 e tarde, às 15h. Já no período noturno o horário será definido entre os membros.

Serão mais de 1.400 informativos distribuídos nos setores, mas o alvo central são setores que manuseiam lixo biológico, como agulha, bisturi, entre outros instrumentos. De acordo com o gerente do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, José Ribeiro, do HGR, um caso que necessitou da atenção de toda a equipe do projeto Cuidando do Cuidador, foi no mês passado. Um servidor que atua na higienização do hospital sofreu acidente por mal acondicionamento de material no lixo.

O gerente explicou que em casos de acidentes com materiais biológicos, o funcionário é atendido e acompanhado durante seis meses por médicos, enfermeiro e técnico de enfermagem do projeto. Nesse período é realizado e acompanhado os exames que são feitos, como hepatites e HIV. “O acompanhamento é feito por uma equipe preparada em acidente de trabalho, que observa se haverá algum desenvolvimento da doença, passado os seis meses, não havendo evolução, o funcionário recebe alta do atendimento”, disse.

Na oportunidade, Ribeiro lembrou que os membros da Cipa vão implementar a campanha Adorno Zero, uma recomendação da Resolução Normatiza (RN) 32/2005, que proíbe profissional de saúde usar adereços durante o trabalho nas unidades de Saúde. “Alguns setores, como a equipe de enfermagem em 70% já sensibilizaram quanto a orientação do Ministério da Saúde. Enfim, brincos, anéis, alianças, entre outros adereços pessoais devem está fora do uso durante o trabalho”, citou que isso é questão cultural, principalmente no meio feminino, mas muita já aderiram.

Segundo o gerente, um estudo revelou que debaixo da aliança há micro-organismos resistentes muitas vezes, que podem prejudicar não só ao paciente mais o profissional cuidador. Ainda conforme ele, daqui a dois meses, possivelmente, a CIPA do HGR vai realizar uma pequisa quanto ao uso do celular dentro da unidade. “Há risco de transmissão de bactéria”, resumiu.

O projeto Cuidando do Cuidador, uma estratégia da Política Nacional de Humanização do MS, surgiu na expectativa dos profissionais que salvam tantas vidas, tenham um instante, entre um plantão e outro, tempo para cuidar da própria saúde. Os atendimentos ocorrem todos os dias, de 10h30 às 12h30, no HGR, caso seja necessário, o colaborador (paciente) é encaminhado ao especialista no Hospital Coronel Mota.

 

 

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