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Estudantes da Estácio debatem a nova postura do Conselho Federal de Administração

Professor Carlos Varela – Foto: Ascom

A nova postura do Conselho Federal de Administração será tema de um papo de negócios, como foi batizado o projeto da coordenação dos cursos de Gestão do Centro Universitário Estácio da Amazônia, que tem objetivo de proporcionar um momento de interação e troca de experiências entre acadêmicos e especialistas do mercado em determinadas áreas. A atividade acontece nesta segunda-feira, 10, a partir das 19h, no auditório da instituição, no bairro União.

O organizador do projeto, professor Carlos Varela, explica que o encontro, que vai acontecer mensalmente, deve ter temas atuais para que as conversas possam girar em torno de assuntos interessantes, sobretudo o empreendedorismo. Por isso, informa ele, o primeiro “entrevistado” será o Tom Zé, membro do Conselho Federal de Administração por Roraima, que atualmente é também chefe de Arrecadação do Estado. “O Tom Zé é diretor da Câmara de Gestão Pública no Conselho Federal de Administração, professor e gestor público com grande experiência, e vai falar da profissão de Administrador e do Conselho”, disse.

O projeto Papo de Negócios é um projeto de atividade de extensão universitária com foco na vivência profissional e, conforme Carlos Varela, é a possibilidade é a possibilidade de estreitar laços em uma conversa informal com aquelas pessoas que fazem a diferença no mercado. “Esse termo é exatamente para dar um caráter de informalidade, fazendo com que os alunos fiquem mais à vontade”, salientou. A expectativa é de participação de 200 estudantes dos cursos de Administração, Gestão Pública e Gestão Comercial.

Carlos Varela explica a proposta do encontro não é de avaliar a participação dos alunos, mas de promover um momento de reflexão sobre a profissão e seu posicionamento no mercado. “Precisamos que nossos acadêmicos aumentem suas perspectivas de atuação na sociedade”, analisou. Para ele, esse tipo de iniciativa contribui para que os estudantes universitários encontrem suas verdadeiras vocações dentro dos cursos que estão concluindo. “Pode ser que descubra que quer fazer um trabalho voluntário em uma Organização Não Governamental, ou que quer trabalhar fora do país e competir em pé de igualdade com qualquer outro cidadão do mundo”, exemplificou.

E, segundo ele, essa metodologia é um dos melhores formatos para discutir assuntos de forma descontraída e com a possibilidade de construir uma rede de contatos e profissionais com os quais se gostaria de trabalhar no futuro. “A proposta é que os alunos envolvidos possam ter mais contato com o campo de atuação profissional e com assuntos emergentes da área de negócios”, concluiu.

Élissan Paula Rodrigues

 

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