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Ensino Médio: prazo para a escolha do livro didático encerra dia 2 de setembro

Os professores do ensino médio devem ficar atentos ao prazo - Foto: Ascom/SEEDAs escolas da rede estadual de ensino têm até o próximo dia 2 de setembro para escolher o livro didático para utilização no triênio 2015 – 2018 em sala de aula. Essa é uma forma de democratizar a educação, com envolvimento efetivo do professor na definição do material pedagógico. A ação ocorre a cada três anos.

“Os livros escolhidos são avaliados e sistematizados por uma comissão temporária do Ministério da Educação e Cultura [MEC] e faz parte do Programa Nacional do Livro Didático. Essa comissão é formada por professores especialistas em cada disciplina para analisar as obras ofertadas por cada editora”, esclareceu o chefe da Divisão de Ensino Médio, da Secretaria Estadual de Educação e Desporto, professor Herivelto Amoras.

No endereço eletrônico do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) – www.fnde.gov.br – estão disponíveis todas as obras para consulta por professores, gestores e comunidade em geral. “Todas as escolas de ensino médio do Brasil terão participações efetivas na escolha de cada obra”, disse. No caso do ensino fundamental, a escolha ocorrerá nos próximos dois anos.

Nas escolas o gestor será o responsável em reunir grupos de professores para escolher a obra com a metodologia mais adequada para o dia-a-dia. Para facilitar a compreensão e entendimento sobre a abordagem de cada obra, há uma resenha, por livro, disponível no site do FNDE. “Vejo a evolução na oferta do material didático a todos os alunos. Esse conhecimento de fácil manuseio vem com CD. A possibilidade expandiu e melhorou por causa da qualidade dos livros”, complementou Amoras.

Ele explicou que os gestores possuem uma senha, fornecida pelo MEC, para ter acesso ao sistema. O código é enviado através de correspondência pelos Correios, mas caso alguma escola não tenha recebido, na estrutura da SEED há a Divisão de Apoio ao Educando (DAE), localizada na Avenida Mário Homem de Melo, cujo responsável possui uma senha geral. “Ele acessará o programa e colocará a necessidade de livros e depois de concluído, lavrará a ata e passar o MEC”, adiantou.

O gestor precisa guardar a ata como comprovação de quais livros foram solicitados. Se, por ventura, houver a entrega de obras erradas, a ata servirá como prova, caso contrário, não será possível efetuar troca.

Descumprimento do prazo

Caso a escola não tenha cumprido o prazo estabelecido, serão entregues os livros didáticos, porém, de acordo com a demanda de outras unidades de ensino. “Ela receberá o livro escolhido por outras escolas que, geralmente, é a maior quantidade de obras solicitadas de um determinado autor”, continuou Amoras. “Temos todos os componentes curriculares como Língua Portuguesa, Química, Física, Matemática, Língua Estrangeira, Geografia, História, Biologia”, destacou. O quantitativo de obras escolhidas para o triênio segue o número total de alunos matriculados no ano de 2014, baseado nos dados do Censo Escolar.

Segundo Amoras, a participação de todos os envolvidos com a construção do processo educativo se caracteriza em democracia. “Na primeira vez, no Brasil, o ensino médio não tinha feito isso antes, mesmo assim tivemos uma participação boa, e acredito que a escolha é importante para os alunos, porque depende da capacidade intelectual do professor. O livro é um importante instrumento para utilização, então esperamos esse compromisso”, completou.             

 

 

 

 

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