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Edio Lopes cobra mais atenção para impacto do contrabando no Brasil

Edio fez pronunciamento na Tribuna do Plenário da Câmara nesta quinta-feira - Foto: Claudio Duarte

Edio fez pronunciamento na Tribuna do Plenário da Câmara nesta quinta-feira – Foto: Claudio Duarte

Por ano, o Brasil chega a ter um prejuízo de R$ 100 bilhões devido ao contrabando de mercadorias que entram ilegalmente pelas fronteiras do país. Foi com essa informação que o deputado federal Edio Lopes (PMDB-RR) cobrou maiores debate sobre o impacto que problema traz ao país, durante discurso na tribuna do Plenário da Câmara dos Deputados, na última quinta-feira, 2. “Esse é um tema que devemos inserir na agenda nacional, haja vista a dimensão que esse problema tem alcançado no Brasil”, destacou Edio. Segundo o parlamentar, o Governo Federal deve manter nova postura: “O contrabando sempre existiu nas nossas fronteiras, especialmente com o Paraguai, mas na última década houve a omissão do governo brasileiro, por conta de uma sintonia ideológica com esses países da fronteira”, disse.

O deputado também destacou o impacto negativo para o consumidor brasileiro. “Nós temos diversos produtos sendo comercializados ilegalmente país afora. Mas devemos ter atenção especial aos que prejudicam a saúde da nossa população.” Durante o discurso Edio Lopes apresentou dados do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade mostrando que 20% de todo medicamento consumido no Brasil já é fruto de contrabando.

“O que mais assusta são os medicamentos campeões na pirataria. Os anabolizantes, as anfetaminas, os abortivos e os inibidores de apetite ocupam os primeiros lugares da lista e são todos medicamentos que merecem o mais rigoroso controle das autoridades”, afirmou.
Edio Lopes finalizou afirmando que o prejuízo para a indústria, economia nacional e para a saúde dos brasileiros exige mais atenção e debates dentro do Congresso Nacional. “É urgente colocarmos essa questão na agenda do dia. Vamos defender a integração da América, a amizade com os povos, mas não podemos submeter os brasileiros a esse extremo inaceitável que é o contrabando.”

 

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