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Departamento Estadual monitora qualidade da água nos municípios

Serão realizadas coletas de água de consumo humano para verificar a presença de agrotóxicos na água - Foto: Ascom/SesauTécnicas do Departamento Estadual de Vigilância Ambiental (DVA) estarão até sexta-feira, 27, em Caracaraí, realizando coleta para testar a qualidade da água para consumo humano, a partir do sistema de abastamento e tratamento da água que chega nas casas. Aproveitando a visita técnica, os agricultores também são consultados sobre o manuseio de agrotóxico nas lavouras. Além da orientação sobre o uso, eles preenchem um questionário para saber as formas e tipos de tóxicos são utilizados.

As atividades do DVA seguem na próxima semana em outros dois interiores. De terça-feira, 1º, a quarta-feira, 2, será a vez de Alto Alegre. Já na quinta-feiar, 3, e sexta-feira, 4, o rumo a seguir será para o município de Mucajaí. As técnicas que estão no trabalho são Ivete Fernandes e Aparecida Aguiar.

De acordo com o diretor do DVA, Alexandre Castilho, a ação faz parte do Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano Estadual (Vigiágua). Ele ressaltou que o objetivo do controle da qualidade da água para consumo humano é fomentar os municípios do Estado no desenvolvimento de ações, a fim de garantir que a água produzida e distribuída tenha o padrão compatível ao estabelecido na legislação, visando à promoção da saúde e a melhoria do bem-estar da população.

O diretor mencionou que a visita inclui também reunião com os gestores e técnicos municipais. No treinamento com os técnicos é visto sobre a importância de realizar e enviar as coletas de água todos os meses para que o Lacen realize, conforme preconiza a Portaria 2914 e alimente o SISAGUA, sistema que monitora a qualidade do tratamento da água no local.

Castilho lembrou que cada localidade tem meta de coleta a ser cumprida. Os agentes comunitários de saúde aproveitam a ida dos técnicos do Estado, e acompanham o andamento das visitas. “É importante, pois profissionais de saúde básica são responsáveis por orientar mais de perto as pessoas, além de cuidar da dispensação e de orientar à população do manuseio correto do hipoclorito”, explicou.

O diretor comentou que há ainda pessoas que utilizam de hipoclorito de sódio na água de forma errada. Assim, quem não tem acesso à água tratada deve utilizar de um reservatório, fervê-la, adicionar duas gotinhas do produto em cada dois litros de água.

As amostras de água são coletadas em todos os municípios e encaminhadas ao Laboratório Central de Roraima (Lacen/RR) para análises microbiológicas, no intuito de verificar se há microrganismos que podem transmitir doenças pela água. Nível de acidez, cor, odor e aspecto da água serão verificados na análise físico-química, assim como se a quantidade de cloro está adequada.

 

 

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