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Deficit habitacional: Prefeitura fecha parceria com entidades para minimizar situação

Prefeita se reuniu com representantes de várias associações - Foto: Eduardo Andrade

Prefeita se reuniu com representantes de várias associações – Foto: Eduardo Andrade

Segundo o último Censo divulgado pelo IBGE, Boa Vista apresenta um deficit habitacional que atinge sete mil pessoas. A atual gestão municipal enfrenta o desafio de garantir moradia de qualidade para essas famílias. E é por meio de parcerias que a Prefeitura de Boa Vista vem realizando o sonho da casa própria. Uma delas é com as entidades habilitadas no Ministério das Cidades, diálogo que possibilita organizar as demandas por meio de cooperativas habitacionais, associações, entidades privadas e sem fins lucrativos.Para conhecer, discutir sobre essas demandas e também saber os anseios dos representantes das entidades habilitadas em Boa Vista, a prefeita Teresa Surita reuniu-se nesta última quinta-feira, 2, com 18 grupos de associações. “Mais do que construir os imóveis, precisamos garantir qualidade de vida aos morados, com ruas asfaltas, com sistema de drenagem, esgotamento sanitário e iluminação adequada. Para realizar isso, temos algumas limitações e é só por meio da parceria com essas entidades que conseguiremos caminhar juntos”, destacou a prefeita.

Durante encontro, ficou acertado que o executivo municipal enviará para a Câmara um pedido de alteração da Lei nº 1193 de 2009. Atualmente, a lei confere isenção sobre os impostos municipais somente para as empresas privadas, com a mudança, a lei passa a beneficiar também as entidades habilitadas no Ministério das Cidades. Na prática, isso significa que mais pessoas terão a oportunidade de concretizar o sonho da casa própria.

De acordo com o presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitacional – Emhur, Sérgio Pillon, as 18 entidades apresentaram uma demanda de mais de 3,4 mil unidades habitacionais. “Quando assumimos a gestão, foi determinado que fosse criado um canal de entendimento com essas organizações. Daqui pra frente, teremos mais reuniões para resolver os entraves e concretizar o sonho deles”.

Para participar do Programa Minha Casa Minha Vida, a entidade precisa estar previamente habilitada pelo Ministério das Cidades e a proposta deve ser selecionada, após a análise e aprovação dos projetos pela CAIXA. Segundo o presidente da Associação Baixa Renda e Ribeirinhos do Estado de Roraima, Marcos Nery, sua organização está habilitada para construir 500 unidades. “A gente só tem a agradecer a prefeita por ter recebido a nossa comissão para começar os diálogos e parceria para construção das nossas unidades. Sabemos que será uma longa caminhada, mas com essa ajuda vamos conseguir”.

Simeão Wanderley

 

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