Ter, 07 de Julho de 2009 19:38    | Imprimir |
Roraima ganha tribunal de justiça arbitral do Mercosul

O Estado de Roraima é sede, desde o último domingo, 05, do Tribunal de Justiça Arbitral do Mercosul. A solenidade de implantação aconteceu com a posse da 27ª turma no Teatro do Sesc Mecejana, com as presenças de 21 juizes-arbitrais – dentre eles o secretário Sérgio Pillon, de Assuntos Internacionais.

À cerimônia compareceram o presidente do Parlamento Mundial de Segurança e Paz da WPO, Juiz Celso Dias Neves, e o governador José de  Anchieta, diplomado na ocasião como Embaixador da Paz.

Falando sobre a honraria que lhe foi concedida, o governador afirmou: “Eu já exercito na plenitude, porque como governador, tenho a obrigação de exercer continuamente este sentimento de paz. Sinto-me  honrado e eu acho que aumenta e dignifica essa responsabilidade. Espero fazer jus a essa homenagem e desenvolver um grande trabalho”.

O juiz Celso Dias, do Parlamento Mundial de Segurança e Paz da WPO, esclarece que os Tribunais Arbitrais foram criados pela Lei Federal 9307/96, e que os juízes arbitrais são equiparados, no exercício da função, aos juízes de fato e de direito. “É uma justiça privada, mais técnica e mais célere. Os tribunais arbitrais dão maior celeridade para a resolução de conflitos e vão desafogar o grande volume de processos no Judiciário. A resolução dos litígios se dá em no máximo seis meses, sendo a palavra chave a conciliação”.

Para ele, a implantação do tribunal em Roraima é uma conquista definitiva da cidadania roraimense.” Eu acho que ele vem somar a essa caminhada, a essa luta de abrir definitivamente as portas comerciais entre Brasil e Venezuela. E a posse que eu dei hoje aos novos embaixadores da paz,  selará definitivamente essa conquista, porque a Venezuela não pode ficar fora do Mercosul. Como um bloco isolado fatalmente será massacrada”, finaliza dizendo que os homens devem deixar suas vaidades de lado e buscar o bem comum da humanidade.

O secretário Sergio Pillon, empossado juiz arbitral e também embaixador da Paz disse que a nova entidade tem como fundamento principal a credibilidade “e todos nossos temos que mostrar credibilidade porque os nossos clientes deverão procurar esse tipo de justiça, mais célere e é essa a resposta que a sociedade espera com uma prestação de serviço que venha desafogar a justiça comum  é o objetivo principal”.

Vânia Coelho
 

Comentários  

 
0 # celso 2009-10-03 19:28 materia Réplica | Responder com citação | Citar
 
 
+1 # celso 2009-10-03 19:29 tjam Réplica | Responder com citação | Citar
 

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