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| Deputado está preocupado com Lei que libera as Forças Armadas para revistar e prender nas fronteiras do País |
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A matéria vai reestruturar o Ministério da Defesa e o Estado-Maior de Defesa, criando o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Este órgão será chefiado por um oficial-general de último posto, da ativa ou da reserva, e terá um comitê com os chefes das três Forças. A informação foi recebida com preocupação pelo membro da Comissão de Administração, Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), deputado Sargento Damosiel (PRP). “Não tenho conhecimento concreto desse Projeto de Lei, mas de antemão considero que o governo federal deveria investir mais nas polícias estadual e federal. Com essa medida, ele cria mais uma polícia. Sabemos que o efetivo da Polícia Federal é ínfimo e faltam ações mais efetivas do governo para melhorar as condições de trabalhos de nossa polícia”, afirma o deputado. Damosiel lembrou-se da PEC 300 (Proposta de Emenda a Constituição) que melhora as condições de trabalho dos policiais brasileiros e iguala os salários dos militares estaduais de todo o país com os salários dos policiais federais. “Essa PEC até hoje não saiu do papel”, critica Damosiel. DiálogoO presidente afirmou que a reformulação do ministério só possível por meio de um diálogo franco entre a pasta e as Forças Armadas. “A Amazônia não deve ser só tema de campanha quando se fala sobre preservação do meio ambiente”, disse, se referindo à ampliação do poder das Forças Armadas nas fronteiras. Segundo o texto sancionado, o ministro exerce a direção superior das Forças Armadas, assessorado pelo Conselho Militar de Defesa, órgão permanente de assessoramento, e pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. Os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica agora serão indicados pelo ministro da Defesa, e nomeados por Lula. PoderDe acordo com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a medida “define, com clareza, o poder de polícia do Exército e de Marinha”. Ele falou ainda sobre a criação de novas secretarias na pasta que, entre outras medidas, ajudará a definir a política de comprar das Forças Armadas, ampliando a participação do setor civil, e da indústria nacional de defesa. Kátia Bezerra
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Comentários
seriços secretos externos e "religiosos" especialistas em pesquisas minerais do que está sob os pés dos índios, no delapidado e impotente Estado de Roraima.
A Raposa Serra do Sol já foi para o brejo e agora virá o que, se os políticos não tiverem coragem moral para enfrentar a petulância do Governo Federal
que reserva riquezas para negociá-las com potências estrangeiras. Forças Armadas já, nas fronteiras com a Venezuela e Guiana do "Império".
Criem vergonha e defendam o que é nosso, sejam honrados e não enganem os irmãos brasileiros de Roraima. A Pátria fará justiça aos políticos que não se enriqueceram no poder e enobreceram a Nação. Réplica | Responder com citação | Citar
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