| Imprimir |
Ângela Portela denuncia campanha contra os biocombuistíveis

Ângela Portela denuncia campanha contra os biocombuistíveis

A deputada federal Ângela Portela (PT) exortou na quinta-feira, 24, o Legislativo Brasileiro a permanecer atento às iniciativas externas que visam dificultar a disseminação pelo mundo da tecnologia brasileira de produção de biocombustíveis, que classificou como um dos marcos do governo Lula e do desenvolvimento da indústria nacional.

Em pronunciamento no plenário da Câmara, a parlamentar chamou a atenção para a campanha desenvolvida na mídia, com o aval do Fundo Monetário Internacional (FMI), da Organização das Nações Unidas, do Banco Mundial e da FAO (O fundo das Nações Unidas para a Agricultura). “Esses pronunciamentos nos fazem crer em uma campanha orquestrada contra a produção de biocombustíveis”.

Ângela Portela chamou a atenção para o fato de estes organismos defenderem até recentemente os biocombustíveis como solução para o aquecimento global. “Agora são os vilões da alta mundial no preço dos alimentos. Antes de ser uma contradição, a mudança no discurso visa desviar a atenção dos subsídios que os países ricos oferecem aos seus agricultores”.

Para ressaltar que os biocombsutíveis brasileiros não são a causa da atual onda de inflação mundial, a deputada esclareceu que o plantio de cana-de-açúcar ocupa apenas 1% de toda a área cultivada no Brasil e que o crescimento da produção de etanol foi acompanhado do incremento na área plantada com soja, algodão, milho, entre outras culturas.

“No Brasil, o consumo de tanol já superou o de gasolina. Temos esperança de que, diante da ameaça das mudanças climáticas e da arrancada no preço do petróelo, os biocombustíveis se tornarão, nos próximos anos, a mais viável fonte de energia renovável em todo o mundo”.

Campos de Roraima
De acordo com Ângela, a produção brasileira de biocombustiveis pode crescer muito além dos atuais 7,7 milhões de hectares, sem prejuízo da produção de alimentos, e chamou a atenção para o Estado de Roraima. “Para se ter uma idéia, apenas Roraima, onde a cultura da cana-de-açucar começa a ser testada com excelentes resultados, há um milhão de hectares disponíveis para o plantio de cana e a produção de etanol”.

A parlamentar, que destinou recursos para a Embrapa fazer pesquisas com cana em Roraima, aproveitou a oportunidade para expressar o desejo de que empresas interessadas em ampliar sua produção para atender o mercado da Venezuela, que importa mais de 100 milhões de litros de etanol do Brasil a cada ano, venham conhecer os campos naturais roraimenses. “Tenham a certeza de que é possível plantar sem prejuízos à floresta Amazônica e alcançar o mercado da Venezuela com custos de transporte muito menores”.

Feutman Gondin

 

Comentar


Código de segurança
atualizar

Últimas Notícias


Terça, 07 Fevereiro 2012 18:38
Acessos 7
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:37
Acessos 7
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:35
Acessos 56
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:32
Acessos 11
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:29
Acessos 7
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:26
Acessos 6
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:24
Acessos 48
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:23
Acessos 6
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:20
Acessos 16
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:18
Acessos 52
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:16
Acessos 59
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:11
Acessos 69
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:07
Acessos 60
Terça, 07 Fevereiro 2012 18:02
Acessos 63
Terça, 07 Fevereiro 2012 10:58
Acessos 56
Terça, 07 Fevereiro 2012 10:55
Acessos 52
Terça, 07 Fevereiro 2012 10:50
Acessos 63
Terça, 07 Fevereiro 2012 10:42
Acessos 46
Terça, 07 Fevereiro 2012 10:41
Acessos 48
Terça, 07 Fevereiro 2012 10:39
Acessos 47