Sex, 03 de Julho de 2009 19:44   
Artigo: Leveza vivencial - Juarez Alvarenga

A vida é um agrupamento de problemas e soluções. Desvirtuar de seu foco será destruído por suas próprias armas.

Seu deslanchar é uma história dramática e humorística. E com essa dicotomia é que devemos ser íntimos. Sentido unilateral é impossível de medrar nosso universo vivencial.

Por isto é necessário nos momentos em que as nuvens carregam e escurece nos preparar com elegância e leveza vivencial. O durante da tempestade devem ser de planos e não desesperos e, o depois de ações. Inatividade na dor e no sofrimento é um anestésico para reter a saída dignificante.

Devemos necessariamente ser felizes mesmo em momentos em que a vida não dar motivo para isto. Inventar a alegria é sepultar com prepondência a agonia que procura reter nossa felicidade. Fomentar os momentos de dor de atitudes sabias é destruir as razões céticas que dissemina nossas motivações construtoras de destino vencedores.

Insaciável na alegria e comedido na tristeza são sintomas em quem acredita na reversibilidade da dor.

Colocar a vida num santuário com leveza das asas dos pássaros é transportar a arrogância de um dia pesado para uma noite estrelada de festas aconchegante.

A vida normalmente nos penaliza, porém sentirmos vitimas de suas agressividades é contribuir para que desgraças ampliei seu campo de ação. Devemos fazer da dor reflexão e não freio de contém nossa locomotiva quando estamos felizes. Fracassos e sofrimentos são sinalizações de aumento de cautela em nossa viagem em direção ao êxito. E nunca sua paralisação definitiva.

Manter vivo quando a vida nos investe com sua fúria só será possível quando entendermos que as nuvens escuras só transformam em arco Iris se nossa força interior estiver acessa e forte para locomover a tempestade.

A efemeridade tanto da dor como da alegria poderá fazer de nós eternos  moradores da felicidade. Se as temos, devemos brigar para mantermos, e se perdemos temporariamente, devemos como nômades recuperar fazendo a leveza vivencial destruir a rusticidade da dor que tenta alojar definitivamente em nosso mundo intimo.

(*) Juarez Alvarenga é advogado e escritor. E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 

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