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| Prefeitura realiza Especialização em Saúde da Família |
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Técnicos da Prefeitura de Boa Vista participam desde abril de uma especialização em Saúde da Família. 23 técnicos, entre coordenadores de macroárea, médicos, enfermeiras e odontologistas do Programa Saúde da Família (PSF), são beneficiados com a iniciativa do Município para melhorar a o atendimento no setor. As aulas são realizadas no Instituto Euvaldo Lodi (IEL), de segunda a sexta-feira à noite e aos finais de semana das 8h às 17h. A especialização termina em julho e é ministrada por professores da Faculdade Pitágoras (MG). Atualmente os participantes estão estudando a matéria de Planejamento e Gestão. Até o final da pós-graduação ainda será abordada Educação em Saúde na Estratégia da Família, Assistência em Saúde da Família e Metodologia Científica 2. Os alunos já estudaram sobre Políticas de Saúde no Brasil; Epidemiologia; Metodologia Cientifica; Saúde da Família do Adulto e Idoso; Saúde da Família da Mulher; da Criança e do Adolescente; Saúde Mental; Saúde Bucal; Medicamentos; Planejamento e Avaliação dos Serviços de Saúde. “Esta é a primeira vez que a Prefeitura está realizando uma especialização desse porte. A intenção é melhorar o atendimento realizado pelos profissionais do PSF que trabalham diretamente com a população como médicos e enfermeiros”, afirma Mira Cunha, secretária municipal de Saúde. O médico Celso Menezes é um dos alunos. Ele trabalha na equipe que atende aos moradores do Cauamé e conta que a especialização tem ajudado ele a desenvolver de forma mais eficaz esse trabalho. “Aprendi a identificar situações peculiares da população que atendo e, o mais importante, a agir para que a situação seja resolvida. Como por exemplo, ajudar os moradores a ter uma qualidade de vida melhor começando com a utilização da água. Já levamos informações importantes a eles sobre o tratamento correto da água, o uso do hipoclorito, do filtro e as doenças causadas pela água sem tratamento”, destaca. O médico conta também que conheceu melhor os programas de saúde disponibilizado pela Prefeitura. “Hoje, se eu identificar um paciente com tuberculose ou DST eu sei como orientá-lo e indicar a coordenação certa para que eles realizem o tratamento correto”, diz.
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