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Polícia Civil prende mais duas pessoas envolvidas no tráfico de drogas A continuidade da investigação realizada por agentes da Delegacia de Repressão ao Entorpecente, DRE, que culminou na prisão de um casal no bairro Senador Hélio Campos e na apreensão de 6,5 quilos de pasta base de cocaína, no mês de janeiro, teve desdobramento por volta das 10h desta sexta-feira, 06. Mais duas pessoas foram presas em virtude de mandado de prisão temporário pelo crime de associação para o tráfico de droga e tráfico de drogas. A primeira investida para desbaratar mais uma quadrilha de traficantes que agia em Boa Vista aconteceu no dia 26 de janeiro, com a prisão dos desempregados Gilmar Souza da Silva, 20 e Francisca Maria Sampaio, 29 anos. Hoje foram presos Ivanildo Silva Júnior, 23, e Larissa Castro da Silva, 25. De acordo com o delegado titular da DRE, Paulo Henrique Tomaz Moreira, todos os presos são acusados de integrar uma organização criminosa de associação ao tráfico e tráfico de entorpecentes. A prisão e a apreensão do primeiro casal ocorreram em locais distintos, como nos bairros Senador Hélio Campos, Jóquei Clube, Aeroporto e Equatorial. O casal foi preso no bairro Senador Hélio Campos, no momento em que o acusado Gilmar da Silva entregava uma quantidade de droga para a acusada Francisca Maria Sampaio. Gilmar da Silva estava pilotando uma motocicleta Titan de cor prata que também foi apreendida. Depois da prisão em flagrante dos dois foram efetuadas buscas domiciliares e apreendida o restante da droga, perfazendo 6,5 quilos do entorpecente. Além de pasta base de cocaína, a Polícia Civil apreendeu também material para mistura da droga como barrilla, sacos plásticos, balança precisão e telefones celulares. Mandados Na operação policial de hoje, o acusado Ivanildo Silva Júnior foi preso no bairro Jardim Equatorial e Larissa, após tomar conhecimento de que estava sendo procurada, apresentou-se com advogado, entretanto, estavam sendo desencadeadas diligências para prendê-la. Os dois negam fazer parte da quadrilha e afirmam que não se conhecem. Entretanto, segundo o delegado Paulo Henrique Moreira, durante a prisão de Gilmar e Francisca ficou evidenciada a participação não somente de Ivanildo e Larissa, como de outras pessoas que não tiveram os nomes revelados no tráfico de drogas. A quadrilha, segundo o delegado, é organizada e sua forma de atuação é como se fosse o de uma empresa. Tanto, segundo ele, que o acusado Gilmar chegava a receber um salário de R$ 1.500,00 para trabalhar como revendedor e distribuidor da droga. Nenhum dos dois presos tinha passagem na Polícia. Eles foram autuados por associação ao tráfico e tráfico de drogas, previstos nos artigos 33 e 35 da lei 11.343/2006. Posteriormente a mulher foi encaminhada à Cadeia Pública Feminina e o homem para a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo. "Estamos identificando qual a atuação de cada uma destas pessoas no tráfico de drogas. Porém, já está evidenciada que essas pessoas que já estão presas atuam na distribuição, comercialização e na guarda, no depósito da droga. Já identificamos várias pessoas que têm ligação com a quadrilha e nos próximos dias poderão ser presas", assegurou o delegado. Sandra Lima
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