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| Especialista descarta ausência de cloro na água como causa de viroses |
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Conforme Celeste, os surtos que têm ocorrido em Boa Vista estão relacionados às doenças respiratórias (gripes, resfriados, tosses, coriza) e não podem ser transmitidas pelo consumo de água sem cloro, como a população tem pensado. A cada mês, técnicos do Departamento de Saúde Ambiental recolhem amostras de água em Boa Vista e nos demais municípios a fim de estudar a composição química do produto e saber se há ou não o uso correto de cloro. Conforme o Decreto 5.440/2005, deve ter 0,2 miligramas de cloro por cada litro de água para o consumo humano. ReclamaçõesDe acordo com Celeste, se a população estiver desconfiada da qualidade da água, deve formalizar a reclamação na empresa que fornece o serviço – em Boa Vista e alguns municípios do interior, que é a Companhia de Águas e Esgotos de Roraima – ou nas prefeituras municipais, por meio do programa VigiÁgua, que trata da qualidade de água para o consumo humano. Agora se o município não tiver a representação do VigiÁgua, a população deve recorrer ao programa estadual, que funciona na sede da Vigilância em Saúde, localizada na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, em frente ao Laboratório Central de Roraima. Celeste foi enfática ao afirmar que a água consumida em Boa Vista está dentro dos parâmetros legais exigidos pelo Decreto 5.440/2005. Segundo ela, apenas o município de Normandia não atendia ao que preconiza o documento, no entanto, já foi notificado e está no processo de adequação. Leandro Freitas
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