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| Pesquisa vai avaliar serviços odontológicos |
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Além disso, membros do Conselho e entidades parceiras verificarão junto aos secretários municipais de saúde e profissionais de odontologia, quais as dificuldades enfrentadas na execução das atividades. A pesquisa inicia na primeira quinzena de maio. Em seis etapas, as equipes vão visitar a sede dos municípios. Na apresentação do projeto aos deputados estaduais, o presidente do CRO/RR, Luís Eduardo Albuquerque, disse que ao final da pesquisa será produzido um relatório final, contendo diagnóstico completo das condições de trabalho, quem e quantos são os profissionais do interior, a avaliação da população e o que ela espera de melhoria. Tanto serviços públicos como particulares são objetos da pesquisa. Segundo Eduardo, a partir do momento que a situação estiver diagnosticada, poderá se fazer um planejamento de ações de melhoraria. O CRO vai encaminhar cópia do relatório aos gestores públicos, Assembléia Legislativa e Câmaras Municipais. Com a aproximação das eleições, os candidatos a prefeitos e vereadores também receberão uma cópia. “Vislumbrando a campanha política, vamos entregar aos candidatos a prefeito e vereadores, o relatório final para que possam guiar nos próximos quatro anos, as ações em saúde, especificamente em saúde bucal”, afirmou Eduardo. Para o presidente da ALE-RR, deputado Mecias de Jesus (PR), a iniciativa do CRO em realizar a pesquisa é louvável, pois vai identificar pontos que devem ser melhorados na área de odontologia, com base nos anseios da população. Ele agradeceu a sensibilidade dos membros do Conselho em realizarem a pesquisa, bem como dos serviços prestados a ‘todos que necessitam dos serviços no Estado’. CEO Para implantação e manutenção do Centro, existem incentivos financeiros do Governo Federal. Em visita ao Estado, o coordenador Nacional de Saúde Bucal, Gilberto Buca, demonstrou interesse em implantar um CEO no interior de Roraima. “Esta já pode ser uma proposta lançada para que os secretários de saúde se organizem e montem este serviço. A implantação depende da vontade política de ter o serviço implantado. Com o relatório final, podemos identificar quais os municípios que se candidatariam a ter uma implantação, e discutir com eles como se daria isso. E o CRO vai se tornar um parceiro nessa discussão”, concluiu Luís Eduardo.
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