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Bombeiros de Roraima conquistam bronze em campeonato internacional de bombeiros

CIBE Brasil é o maior evento do gênero na América Latina e acontece em Goiás – Fotos: Ascom/Bombeiros

Desde a última quarta-feira, 13, o Estado de Goiás sedia um dos maiores eventos competitivos entre bombeiros da América Latina. O Bombeiro de Aço reuniu cerca de 400 militares, nessa que é a mais tradicional disputa da categoria.

A programação faz parte do calendário do CIBE Brasil (Congresso Internacional de Bombeiros e Emergências) que acontece a cada dois anos no Estado de Goiás. Na ocasião também ocorre uma reunião entre os comandantes das polícias e bombeiros militares de todo o país.

O comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima, Doriedson Silva Ribeiro, que participa do evento em Goiás, afirmou que a programação é uma referência para vida profissional dos bombeiros.

“O intercâmbio entre as corporações de todo o Brasil é importante quanto à busca de novas tecnologias, conhecimentos operacionais e estratégicos em âmbito nacional. A nossa ideia é fazer com que os bombeiros de Roraima possam conhecer de que forma as corporações nacionais e de outros países atuam em diferentes situações. A nossa participação só foi possível graças ao apoio da governadora Suely Campos”, disse o comandante.

Este ano, cinco militares, além do comandante geral, participaram do evento, que contou palestras, oficinas e competições e reuniu cerca de 20 mil inscritos, entre bombeiros, policiais, engenheiros, especialistas em segurança do trabalho, médicos, enfermeiros, socorristas, prestadores de serviço no ramo de atendimento a emergências, além dos atletas que vão participar dos desafios de Salvamento em Altura, Mundial de Resgate e das certificações de cães de busca e resgate e Salvamento e extração veicular. Destes, quase mil militares são de outros países.

Bombeiro de Aço

Os militares Stanley Pereira, Winston Jhioll Magalhães e Cássio Santos representaram o Estado de Roraima na prova individual masculina “Bombeiro de Aço”, modalidade disputada entre os militares dos 26 estados e o Distrito Federal.

Nesta etapa, os cinco primeiros colocados do seletivo formaram a equipe brasileira masculina deste segmento para competição. A atuação dos roraimenses não foi suficiente para conquistar vaga na equipe brasileira, msd alcançaram índices satisfatórios na prova.

O bombeiro roraimense Winston Jhioll obteve o melhor resultado na equipe roraimense masculina, com o tempo de 2’01”. “É uma grande oportunidade representar o meu Estado e a minha corporação. Poder disputar com bombeiros de todo o Brasil e de outros países traz um sentimento de reconhecimento. O nível dos competidores é muito elevado, mas com um bom preparo todos temos chance. A competição serve como motivação, buscando elevar o nome do Estado para o Brasil e o exterior”.

Feminino

A participação das militares roraimenses no seletivo para concorrer uma das quatro vagas na formação da equipe brasileira feminina do “Bombeiro de Aço” foi a melhor registrada em todas as edições.

A segundo sargento Nuziane da Costa e a soldado Amanda Trajano conquistaram o prêmio mais esperado por elas: de integrarem a equipe brasileira.

Nuziane destacou o sentimento de participar e representar o Estado. “Só o fato de termos vindo participar do maior congresso da América Latina, na modalidade bombeiros de aço e representar o Estado de Roraima em nível internacional já é gratificante. Viemos para competir, mas sempre com aquele receio, pois aqui estão as melhores. Mulheres que passam o ano inteiro treinando, se dedicando, com treinador. Termos conseguido a terceira colocação foi uma emoção”, destacou Nuziane da Costa.

A equipe feminina brasileira de Bombeiro de Aço foi composta por uma bombeira-atleta do Estado do Mato Grosso, uma da Paraíba e as duas roraimenses. Juntas elas conquistaram a terceira colocação geral, ficando atrás apenas da Colômbia e Chile.

“É um orgulho representar Roraima aqui no Cibe Brasil. E melhor ainda é voltar para casa conquistando a medalha de bronze. Concorrer com bombeiras de todos os Estados brasileiros, conseguir a classificação, depois concorrer com os países da América Latina e sair com a medalha, foi uma trajetória de muito esforço físico, controle psicológico e emocional. Nenhuma vitória vem fácil e a dedicação e força de vontade nos fez chegar aqui, principalmente porque nossa prova do bombeiro de aço estadual é diferente da prova da Copa Oba”, disse Trajano.

Samuel Bento

 

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