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Amazônia Legal terá Conselho de Governadores

Suely Campos: “Esse conselho concretiza a união que os governantes da Amazônia vêm sedimentando desde o início do ano, para que o Brasil possa implementar efetiva política de desenvolvimento sustentável para a região” - Foto: Elinaldo Santos

Suely Campos: “Esse conselho concretiza a união que os governantes da Amazônia vêm sedimentando desde o início do ano, para que o Brasil possa implementar efetiva política de desenvolvimento sustentável para a região” – Foto: Elinaldo Santos

Na entrevista coletiva antes da abertura do 12º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, o anfitrião do encontro, o governador do Pará, Simão Jatene, anunciou a criação de um Conselho de Governadores da região, para fortalecer os estados nos aspectos político, econômico, social e ambiental. A decisão foi tomada em reunião fechada com a presença dos nove governadores, antes do início do evento.

Segundo a governadora Suely Campos, esse conselho concretiza a união que os governantes da Amazônia vêm sedimentando desde o início do ano, para que o Brasil possa implementar uma efetiva política de desenvolvimento sustentável para a região, e não uma política voltada exclusivamente para a conservação do bioma. O detalhamento do funcionamento desse conselho será definido durante o fórum, previsto para encerrar no final da tarde desta sexta-feira, dia 20.

Os secretários também tiveram encontros prévios para finalizar a pactuação da Agenda Criança Amazônia. Segundo a secretária-adjunta de Trabalho e Bem-Estar Social, Analice Monteiro, um dos destaques é a implantação do Fórum da Criança Amazônia para fortalecer a agenda com os sete compromissos que os governadores assinarão.

A repactuação da Agenda Criança Amazônia inclui a eliminação de mortes evitáveis de crianças de até um ano e reduzir a mortalidade infantil indígena; garantir o acesso à escolas públicas e de qualidade; reduzir taxas de homicídios de crianças e adolescentes; garantir o acesso à proteção e justiça; assegurar a participação de jovens na vida democrática do país; reduzir o número de cesáreas desnecessárias e garantir atenção humanizada nos serviços de saúde.

 

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