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Alô Cegonha: com 12 dias funcionando, a ambulância beneficiou 18 mães

O serviço de locomoção ocorre durante todo o dia, encerrando as atividades às 19h - Foto: Ascom/SesauConforto, comodidade e responsabilidade social. Algumas das palavras que podem resumir o projeto Alô Cegonha, implantado pelo Governo do Estado de Roraima no último dia 2 de maio, no Hospital Materno-Infantil Nossa Senhora de Nazareth (HMINSN). Há 12 dias em funcionamento, a ambulância já levou, com segurança, 18 mães com seus recém-nascidos e acompanhantes de volta ao aconchego do lar.

O projeto atende, exclusivamente, famílias sem condições econômicas de locomoção. Para ter acesso, a paciente internada, de alta médica, e com o seu filho também de alta, solicita o serviço no Serviço Social da maternidade. A ambulância atende todos os dias, das primeiras horas do dia até às 19h. Na parte da noite, a ambulância soluciona demandas de saúde.

Até o momento, o veículo já rodou os bairros Jardim Operário, Raiar do Sol, Bela Vista, Cinturão Verde, São Francisco, Bela Vista, Asa Branca, Pricumã, Liberdade, São Vicente. Por duas vezes, o serviço foi no bairro Cauamé e três no São Bento. Por enquanto, as mulheres de outros municípios que precisam do Alô Cegonha são deixadas no ponto de embarque – na capital – para que peguem a condução até o município de origem.

A diretora-geral do HMI, Ana Carolina Brito, se diz muito satisfeita por ser possível atender todas as solicitações. “Estamos trabalhando para que o serviço esteja disponível sem interrupção. A expectativa e os esforços estão voltados para a próxima etapa, que é atender aos demais municípios”, disse.

O projeto segue para implantação da segunda fase, que consiste no transporte para o interior, e a terceira fase, onde a mãe será transportada de sua residência à unidade de saúde. A perspectiva é que ainda este ano, o projeto seja implantado na sua totalidade.

A parceria efetiva do Serviço Móvel de Atendimento (Samu 192) ocorrerá na terceira fase de implantação, que consistirá em remover a paciente em trabalho de parto do domicílio à maternidade. Enquanto a terceira fase não chega, o Samu continua exercendo o seu papel de atender as ocorrências de urgência e emergência, ou seja, quando a gestante está na iminência do parto, com dilatação completa (praticamente dando à luz).

O trabalho de parto pode durar em torno de 15 horas até o nascimento do bebê, casos dessa natureza não são considerados de emergência, onde a mãe tem condições de se deslocar sem a necessidade da ambulância.

Investimento

O Governo do Estado investe mais de R$ 241 mil. O Projeto conta com uma ambulância específica para este serviço, tendo uma equipe composta por bombeiros socorristas. Os profissionais cumprirão turnos de 12 horas.

 

 

 

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