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Agrotóxicos: feijão, fubá de milho, cebola e uva serão analisados na primeira fase da coleta

A próxima coleta será feita na segunda-feira, dia 30, de forma aleatória, em um supermercado de Boa Vista - Foto: Secom/RR

A próxima coleta será feita na segunda-feira, dia 30, de forma aleatória, em um supermercado de Boa Vista – Foto: Secom/RR

A avaliação do nível de utilização de agrotóxicos nos alimentos que vão para a mesa dos roraimenses e dos brasileiros será reforçada em 2015. O primeiro passo para alcançar a meta do Ministério da Saúde, é a execução  das rodadas de coletas de amostragem pelo DVS (Departamento de Vigilância Sanitária), por meio da equipe técnica do Para (Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos).

O Plano de Ação consiste na realização de quatro rodadas ao ano, cada rodada com a realização de 10 coletas, para cada grupo de alimentos selecionados pela GGTOX (Coordenação Geral de Toxologia), da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em 2015, o trabalho começou com a coleta de amostras de feijão, fubá de milho, cebola e uva. A próxima coleta será feita na segunda-feira, dia 30, de forma aleatória, em um supermercado de Boa Vista. A equipe deve sair às 9 horas, da sede do DVS, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes.

Conforme a responsável administrativa do Para e médica veterinária do DVS, Conceição Sales, após as coletas, todo o material já é encaminhado para análise. “A cada coleta realizada as amostras são encaminhados para os laboratórios de referência, credenciados pelo Ministério da Saúde, para iniciar as avaliações. A proposta é identificar se os alimentos coletados possuem a presença de agrotóxicos e qual o índice de produtos químicos presentes nestes alimentos. A preocupação maior é saber se os níveis de agrotóxicos estão dentro do volume aceitável, e com isso não venham a causar prejuízos para a saúde da população”, explicou.

Nesse primeiro momento, as amostra de uva serão encaminhadas ao Laboratório Central do Rio Grande do Sul,  e as demais culturas serão avaliadas pelo Itep (Instituto de Tecnologia de Pernambuco).

O Para é um programa federal e foi instituído pela Anvisa em 2001. A nível local os trabalhos iniciaram em 2008 com a avaliação apenas da cultura do tomate. A expectativa do poder público é proporcionar a análise da qualidade dos alimentos ofertados no mercado varejista, e de buscar alternativas para que a população possa consumir produtos saudáveis com um percentual mínimo de agrotóxicos e de acordo com as BPA (Boas Práticas Agrícolas).

“As informações são importantes pois permitem a avaliação dos riscos à saúde por causa da utilização dos produtos químicos, ou seja, esse trabalho é fundamental para verificar se esses produtos podem ou não estar no mercado”, reforçou  Conceição.

 

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