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Aderr realiza treinamento de emissão eletrônica de certificados para Citros

Treinamento começa na próxima quarta-feira – Fotos: Secom RR

A exportação de laranja, limão e tangerina para o Amazonas é considerada importante para a economia local. Para tornar mais ágil o controle dos frutos comercializados com o Estado vizinho, a Aderr (Agência de Defesa Agropecuária de Roraima) vai promover um treinamento voltado para fiscais e responsáveis técnicos com o objetivo de ensiná-los a emitir certificados de forma eletrônica.

O curso será no auditório de informática da Escola Monteiro Lobato, nos dias 7, 8 e 15 de fevereiro. Atualmente, o CFO (Certificado Fitossanitário de Origem) e o CFOC (Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado) são feitos através de preenchimento manual do formulário. A partir desse treinamento a emissão será por meio eletrônico, dando maior agilidade ao procedimento. A iniciativa vai beneficiar o comércio de citros em Roraima, que hoje exporta mais de 80% da produção para o Amazonas.

Os responsáveis técnicos, que são os engenheiros agrônomos e florestal, aprenderão com o treinamento como gerar cadastro de lote de citros para a emissão de CFCO. Os fiscais agropecuários da Aderr, que são lotados no Posto do Jundiá, em Rorainópolis, serão qualificados para emitirem a PTV (Permissão de Trânsito Vegetal).

“É uma capacitação para que eles possam usar de forma eletrônica a emissão desses documentos. Isto dará celeridade ao trabalho. Vamos com isso eliminar o grande volume de papel que anualmente é gasto no processo, além de modernizar o procedimento”, destacou o responsável pelo treinamento e fiscal agropecuário da Aderr, Marcos Evangelista.

Ácaro Hindustânicus e Cancro Cítrico

Estas duas pragas são responsáveis pelo prejuízo na lavoura de laranja, limão e tangerina, pois atacam o fruto causando perdas no valor comercial. Em Roraima elas são controladas pela Aderr em parceria com o produtor. A inspeção realizada para evitar a propagação, tem trazido resultados para economia do Estado que é forte exportador de citros.

Segundo Evangelista essas pragas são consideradas quartanárias, porque podem causar prejuízos à economia. “As frutas só podem sair daqui de Roraima com o CFO e o CFOC, eles é que garantem que a praga não existe na lavoura ou se existe, foi feito o tratamento”, concluiu.

Elias Venâncio

 

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