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Acadêmicos da Estácio são destaque em competição nacional de programação

Collegiate Cup Brasil – Foto: Ascom/Estácio

Três acadêmicos do Centro Universitário Estácio da Amazônia foram destaque na Collegiate Cup Brasil , uma competição nacional de programação promovida pelo URI Online Judge e a Hackerearth – empresa indiana de desenvolvimento de software.

Adriano Pereira, aluno do curso de Licenciatura em Computação, Kassio Luz e Pedro Lobato, ambos alunos do curso de Sistemas de Informação, formam o Team Code, equipe que ficou na 61ª colocação entre as 100 equipes. “31 posições acima do alcançado na primeira fase”, comemora professor Jonas Henrique Mendonça, que acompanhou os acadêmicos na competição na tarde deste sábado, 17. “Até então só tínhamos participado de competições contra equipes da região Norte. Nosso parâmetro sempre foram as instituições de ensino do Amazonas, e essa foi a primeira vez que participamos de uma competição com equipes de todo o país”, analisou.

O primeiro lugar da competição ficou com uma equipe do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), talvez, conforme o professor, uma das faculdades mais tradicionais em Computação e Engenharia do Brasil. “Eles sempre são muito fortes. Ainda temos uma longa caminhada para chegar ao nível do ITA, USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), entre outras mais tradicionais.

Mas, pela primeira vez, ficamos na frente da UFAM (Universidade Federal do Amazonas)”, comemorou. Conforme Jonas, geralmente, a UFAM, além da UEA (Universidade Estadual do Amazonas e a Universidade Federal do Tocantins são as melhores da região Norte. “Pela primeira vez ficamos na frente dessas todas. Um resultado que significa que o trabalho tem gerado resultado, que gradativamente estamos melhorando. Parece um resultado inexpressivo perto do restante do país, mas para um trabalho de pouco mais de um ano é um resultado bem relevante”, avaliou.

O próximo passo, informou Jonas, é a participação do grupo na seletiva regional para o campeonato brasileiro de computação, a XXII Maratona de Programação – Fase Regional, que acontece em setembro.

Segundo Adriano Pereira, a expectativa de colocar em prática os conhecimentos adquiridos na sala de aula em uma competição, é muito grande, e se torna uma experiência incrível, fortalecendo tanto o trabalho em equipe, quanto o desenvolvimento profissional. “Um diferencial que torna uma maratona de programação mais prazerosa de participar, é a interação direta ou indireta com estudantes de diversas instituições que deixa um ar de competitividade saudável. Agora, com este resultado na final da Collegiate Cup Brazil, sentaremos e definiremos metas pra termos um crescimento, e quem sabe sonhar com uma vaga pra final competição de programação brasileira em Foz do Iguaçu”, adiantou.

Durante as maratonas são fornecidas uma lista de problemas que devem ser resolvidos. Geralmente, são problemas matemáticos e/ou de armazenamento e tratamento de dados. As equipes desenvolvem softwares que solucionam esses problemas. Vence a equipe que resolver mais problemas em menos tempo. Quando há empate, a vencedora é aquela que errou menos vezes.

Élissan Paula Rodrigues

 

 

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